Vejam...
Fiquem com Deus e vamos pro mar...
19 dezembro 2010
28 novembro 2010
Espadas e Lanças
Olá irmãos. A Paz de Cristo a todos!
As duas passagens acima, são tiradas da liturgia deste domingo e têm muito a ver com a nossa vida cristã, principalmente dentro das igrejas. Sei que é sempre difícil falarmos sobre isso e mais ainda sermos compreendidos quanto falamos sobre este tipo de assunto, principalmente, porque muitos pensam que aqueles que fazem parte das igrejas já estão salvos e também porque é difícil pra quem está buscando fazer as coisas certas, ouvir que mesmo com todo o seu esforço, ainda não está conseguindo. No entanto, não podemos ficar calados quando vemos algo errado. A exortação pacífica e amorosa é missão dada por Deus a todos nós cristãos.
Muito me preocupa, ver que os fieis dos dias de hoje, têm a péssima mania de não levar em conta os ensinamentos contidos nestas passagens. Poderia me ater a muitas coisas nesta passagem, mas uma em especial me chama bastante atenção e é justamente o ponto de intersecção entre elas.
Hoje em dia, é muito triste ver como dentro das igrejas, nos comportamos como maus empregados em uma empresa, onde só interessa subir de cargo, ou defender o cargo que se tem. É deprimente ver como os fieis, disputam por uma posição com as demais (novas de caminhada ou tão antigas quanto elas). O que me deixa mais abismado, é que por mais indesejada que seja uma disputa limpa, nem isso fazem. Ao contrário, as pessoas disputam da forma mais covarde possível, denegrindo a imagem dos irmãos perante os outros irmãos; Usando palavras duras e desanimadoras, mascaradas de exortações. Como pode ser, que alguém diga ao seu irmão que este deveria desistir da caminhada e ainda chamar a isso de exortação?
Nenhuma das vezes que Cristo exortou os seus, foi com tais palavras. Muitos dirão da vez que ele disse a Pedro: "afasta-te de mim satanás", mas Cristo estava fazendo com que Pedro deixasse de ter pensamentos mundanos, tanto é verdade, que Pedro não deixou de seguir a Cristo, ao contrário, continuou seguindo-o e crescendo em sua fé.
Todos somos sim, humanos, falhos, fracos, e muitas vezes, cedemos às tentações que nem sequer percebemos serem tentações. Mas são nesses momentos, que Deus nos mostra uma lição muito importante, que é justamente o que O diferenciava de tantos outros pregadores que existiam no Seu tempo: A palavra de autoridade e de poder. Falar aquilo que se vive e viver aquilo que se fala.
Uma frase que deveria sempre fazer parte de nossas vidas, está na música do Pe Fábio de Melo: No compasso de Deus "...E descubra se o que crês já transformou o que tu és...". Deveríamos refletir sempre sobre isso em nossas vidas e não só a respeito deste tema que nos trouxe a liturgia de hoje, mas a respeito de toda a nossa vida.
Espero realmente que possamos vencer nossas fraquezas e que possamos, assim como nos exortam as leituras de hoje, nos prepararmos para a vinda do Senhor. Sem rivalidades, sem dividir o Seu Reino e sem dividirmos a Sua Igreja.
Usemos nossas espadas e nossas lanças para ararmos e prepararmos a terra para a Semente de Cristo.
A Paz de Cristo a todos e que Deus continue sempre nos abençoando e nos dando a sua Paz e o Seu Amor.
Procedamos honestamente, como em pleno dia; nada de glutonerias e bebedeiras, nem de orgias sexuais e imoralidades, nem de brigas e rivalidades. Rm 13,13
Ele há de julgar as nações e arguir numerosos povos; estes transformarão suas espadas em arados e suas lanças em foices; não pegarão em armas uns contra os outros e não mais travarão combate. Is 2,4
As duas passagens acima, são tiradas da liturgia deste domingo e têm muito a ver com a nossa vida cristã, principalmente dentro das igrejas. Sei que é sempre difícil falarmos sobre isso e mais ainda sermos compreendidos quanto falamos sobre este tipo de assunto, principalmente, porque muitos pensam que aqueles que fazem parte das igrejas já estão salvos e também porque é difícil pra quem está buscando fazer as coisas certas, ouvir que mesmo com todo o seu esforço, ainda não está conseguindo. No entanto, não podemos ficar calados quando vemos algo errado. A exortação pacífica e amorosa é missão dada por Deus a todos nós cristãos.
Muito me preocupa, ver que os fieis dos dias de hoje, têm a péssima mania de não levar em conta os ensinamentos contidos nestas passagens. Poderia me ater a muitas coisas nesta passagem, mas uma em especial me chama bastante atenção e é justamente o ponto de intersecção entre elas.
Hoje em dia, é muito triste ver como dentro das igrejas, nos comportamos como maus empregados em uma empresa, onde só interessa subir de cargo, ou defender o cargo que se tem. É deprimente ver como os fieis, disputam por uma posição com as demais (novas de caminhada ou tão antigas quanto elas). O que me deixa mais abismado, é que por mais indesejada que seja uma disputa limpa, nem isso fazem. Ao contrário, as pessoas disputam da forma mais covarde possível, denegrindo a imagem dos irmãos perante os outros irmãos; Usando palavras duras e desanimadoras, mascaradas de exortações. Como pode ser, que alguém diga ao seu irmão que este deveria desistir da caminhada e ainda chamar a isso de exortação?
Nenhuma das vezes que Cristo exortou os seus, foi com tais palavras. Muitos dirão da vez que ele disse a Pedro: "afasta-te de mim satanás", mas Cristo estava fazendo com que Pedro deixasse de ter pensamentos mundanos, tanto é verdade, que Pedro não deixou de seguir a Cristo, ao contrário, continuou seguindo-o e crescendo em sua fé.
Todos somos sim, humanos, falhos, fracos, e muitas vezes, cedemos às tentações que nem sequer percebemos serem tentações. Mas são nesses momentos, que Deus nos mostra uma lição muito importante, que é justamente o que O diferenciava de tantos outros pregadores que existiam no Seu tempo: A palavra de autoridade e de poder. Falar aquilo que se vive e viver aquilo que se fala.
Uma frase que deveria sempre fazer parte de nossas vidas, está na música do Pe Fábio de Melo: No compasso de Deus "...E descubra se o que crês já transformou o que tu és...". Deveríamos refletir sempre sobre isso em nossas vidas e não só a respeito deste tema que nos trouxe a liturgia de hoje, mas a respeito de toda a nossa vida.
Espero realmente que possamos vencer nossas fraquezas e que possamos, assim como nos exortam as leituras de hoje, nos prepararmos para a vinda do Senhor. Sem rivalidades, sem dividir o Seu Reino e sem dividirmos a Sua Igreja.
Usemos nossas espadas e nossas lanças para ararmos e prepararmos a terra para a Semente de Cristo.
A Paz de Cristo a todos e que Deus continue sempre nos abençoando e nos dando a sua Paz e o Seu Amor.
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Continha de Primeira Série
A Paz de Cristo meus irmãos!
O tema parece meio batido e comum, e realmente é. Já São Francisco em sua oração dizia: "Pois é dando que se recebe" e isto é um grande ensinamento do santo.
Creio que uma enorme parte dos problemas do mundo de hoje, seriam solucionados se entendessemos e mais do que isso, praticassemos esta máxima de São Francisco de Assis.
Nosso mundo hoje, luta pra formar vencedores. Temos que ser os melhores, ou então não somos nada. Só ao vencedor cabem as honras, aos demais, nem o reconhecimento é dado, e isso tem contagiado as nossas relações em geral. Famílias, amigos, colegas, todos temos sido invadidos por este sentimento de "necessidade de sermos felizes".
Nestes últimos tempos, até um deputado, resolveu lançar um projeto de lei que garante aos brasileiros o direito a felicidade. Mas o que é isso? Como dizer que todo brasileiro tem direito a felicidade, se há muito já não sabemos o que significa esta palavra.
O que é felicidade para um, é obrigatoriamente felicidade para todos? Como julgar se este direito tem sido cumprido ou não?
O que é ser feliz para um assassino? Cometer seus crimes e nunca ser punido?
Pois bem, ficam estes questionamentos no ar, para quem sabe um outro dia discutirmos sobre eles, mas gostaria mesmo de conversar sobre um outro assunto, que tangencia este, mas não é exatamente este.
Nos dias atuais, ser feliz significa TER. TER uma boa casa, TER um bom carro, TER um bom emprego, TER uma boa família, TER bons amigos entre muitos outros "TERes", no entanto, ninguém para pra pensar em uma coisa muito simples e até matemática. Não é possível (pelo menos não pelas regras matemáticas conhecidas até hoje) tirar algo de onde não existe nada. E se pensarmos no que temos feito, é justamente isso que o mundo está tentando nos ensinar a fazer e por isso tem nos feito pessoas tão infelizes, deprimidas, depressivas e tristes.
Todos queremos, precisamos, necessitamos, buscamos, almejamos, lutamos, ..., mas nunca ouvimos alguém dizendo que cede, que ajuda, que se doa, que se entrega, que proporciona.
Uma coisa muito triste nos dias de hoje, é a quantidade imensa de casamentos que são dissolvidos com pouquíssimo tempo de existência e mais ainda aqueles que pareciam tão sólidos e caem em ruína, como um castelo que fora construído na areia. E ao vermos isso, geralmente nos perguntamos.
Por que? O que aconteceu? Onde esteve o erro?
É incrível como na maior parte das vezes, o erro esteve justamente nesta continha boba de subtração, que aprendemos no primeiro ou segundo ano da escola e que nos faz tanta falta.
Como é possível sobrar alguma coisa para alguém, em um relacionamento onde as partes envolvidas, só querem tirar a sua parte?
É uma coisa boba, mas que ao mesmo tempo, é tão importante e tão necessária de se entender. Se eu quero que todos dêem um pouco do que é seu para mim; E todos têm o mesmo pensamento que eu, jamais ninguém receberá nada. Todos se decepcionarão e esta "parceria" um dia acabará, pois todos saem perdendo com ela.
No entanto, se eu compartilho o que tenho com aquele que está ao meu lado e este também compartilha comigo, sempre haverá uma coisa nova para mim e também sempre haverá uma coisa nova para quem está ao meu lado.
Muito me assusta, que em um mundo calcado em tecnologias, que têm todos os seus fundamentos na matemática, uma conta tão simples, seja tão difícil de entender.
Fica então a todos uma proposta. Não iniciemos um relacionamento, seja ele qual for ou de que tipo for, pensando em sermos felizes, ou querendo que o outro(a) nos faça felizes. Comecemos sim, pensando em fazer este outro feliz. Assim, de forma bastante simples, poderemos passar de um relacionamento onde todos perdem para um relacionamento onde todos ganham, já que sempre terão algo de bom a oferecer e conseqüentemente a receber também.
Tenham todos uma ótima semana e que a Paz de Cristo esteja sempre em nossos corações nos ensinando a amarmos da forma como o outro precisa ser amado e não da forma como aprendemos a amar.
http://www.bahai.org.br/oracao/Hassis.htm
O tema parece meio batido e comum, e realmente é. Já São Francisco em sua oração dizia: "Pois é dando que se recebe" e isto é um grande ensinamento do santo.
Creio que uma enorme parte dos problemas do mundo de hoje, seriam solucionados se entendessemos e mais do que isso, praticassemos esta máxima de São Francisco de Assis.
Nosso mundo hoje, luta pra formar vencedores. Temos que ser os melhores, ou então não somos nada. Só ao vencedor cabem as honras, aos demais, nem o reconhecimento é dado, e isso tem contagiado as nossas relações em geral. Famílias, amigos, colegas, todos temos sido invadidos por este sentimento de "necessidade de sermos felizes".
Nestes últimos tempos, até um deputado, resolveu lançar um projeto de lei que garante aos brasileiros o direito a felicidade. Mas o que é isso? Como dizer que todo brasileiro tem direito a felicidade, se há muito já não sabemos o que significa esta palavra.
O que é felicidade para um, é obrigatoriamente felicidade para todos? Como julgar se este direito tem sido cumprido ou não?
O que é ser feliz para um assassino? Cometer seus crimes e nunca ser punido?
Pois bem, ficam estes questionamentos no ar, para quem sabe um outro dia discutirmos sobre eles, mas gostaria mesmo de conversar sobre um outro assunto, que tangencia este, mas não é exatamente este.
Nos dias atuais, ser feliz significa TER. TER uma boa casa, TER um bom carro, TER um bom emprego, TER uma boa família, TER bons amigos entre muitos outros "TERes", no entanto, ninguém para pra pensar em uma coisa muito simples e até matemática. Não é possível (pelo menos não pelas regras matemáticas conhecidas até hoje) tirar algo de onde não existe nada. E se pensarmos no que temos feito, é justamente isso que o mundo está tentando nos ensinar a fazer e por isso tem nos feito pessoas tão infelizes, deprimidas, depressivas e tristes.
Todos queremos, precisamos, necessitamos, buscamos, almejamos, lutamos, ..., mas nunca ouvimos alguém dizendo que cede, que ajuda, que se doa, que se entrega, que proporciona.
Uma coisa muito triste nos dias de hoje, é a quantidade imensa de casamentos que são dissolvidos com pouquíssimo tempo de existência e mais ainda aqueles que pareciam tão sólidos e caem em ruína, como um castelo que fora construído na areia. E ao vermos isso, geralmente nos perguntamos.
Por que? O que aconteceu? Onde esteve o erro?
É incrível como na maior parte das vezes, o erro esteve justamente nesta continha boba de subtração, que aprendemos no primeiro ou segundo ano da escola e que nos faz tanta falta.
Como é possível sobrar alguma coisa para alguém, em um relacionamento onde as partes envolvidas, só querem tirar a sua parte?
É uma coisa boba, mas que ao mesmo tempo, é tão importante e tão necessária de se entender. Se eu quero que todos dêem um pouco do que é seu para mim; E todos têm o mesmo pensamento que eu, jamais ninguém receberá nada. Todos se decepcionarão e esta "parceria" um dia acabará, pois todos saem perdendo com ela.
No entanto, se eu compartilho o que tenho com aquele que está ao meu lado e este também compartilha comigo, sempre haverá uma coisa nova para mim e também sempre haverá uma coisa nova para quem está ao meu lado.
Muito me assusta, que em um mundo calcado em tecnologias, que têm todos os seus fundamentos na matemática, uma conta tão simples, seja tão difícil de entender.
Fica então a todos uma proposta. Não iniciemos um relacionamento, seja ele qual for ou de que tipo for, pensando em sermos felizes, ou querendo que o outro(a) nos faça felizes. Comecemos sim, pensando em fazer este outro feliz. Assim, de forma bastante simples, poderemos passar de um relacionamento onde todos perdem para um relacionamento onde todos ganham, já que sempre terão algo de bom a oferecer e conseqüentemente a receber também.
Tenham todos uma ótima semana e que a Paz de Cristo esteja sempre em nossos corações nos ensinando a amarmos da forma como o outro precisa ser amado e não da forma como aprendemos a amar.
http://www.bahai.org.br/oracao/Hassis.htm
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02 novembro 2010
Será que tá tudo bem?
Amigos, desculpem o silêncio um tanto longo, mas durante o periodo da eleição busquei não correr o risco de emitir opinião ou mesmo ser compreendido como se o estivesse fazendo.
Hoje queremos convidá-lo a pensar no que estas músicas têm a nos dizer e finalmente perguntar a todos...
Será que tá tudo bem?
Fiquem com Deus e até a próxima meus amigos...
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Será que tá tudo bem?
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Testemunho que arrasta
Dia desses um amigo me falou uma coisa que me fez pensar bastante.
Confesso que quando ouvi um amigo, ao falar sobre mim, que as palavras chamam mas os exemplos arrastam, eu fiquei muito lisongeado e confesso que consegui encontrar motivos pra pensar que eu era alguém que conseguia levar alguém para um bom caminho através de alguns exemplos, mas graças a Deus a soberba logo passou e comecei a lembrar de todos os exemplos que dou, e que são capazes de levar as pessoas que os vêm, para caminhos que não têm muito a acrescentar.
Não sou o pior ser do mundo ou algum marginal e muito menos alguem perfeito cujos exemplos sejam capazes de nunca decepcionarem. Como todos sou somente um ser humano, buscando sim ser melhor a cada dia, assim como a maioria de nós também. Também preciso de exemplos que me conduzam para o bem e que sejam capazes de me fazer melhor. Agradeço a Deus por todos os exemplos que ele sempre colocou em meu caminho e que tanto têm me feito crescer.
Na verdade o motivo para escrever este texto, ou seja, a lição aprendida não é que somente que não sou alguém para ser seguido, o que eu já sabia mesmo antes de parar para pensar nisso. A lição na verdade diz respeito ao lado contrário da história. Não podemos saber o que nossas ações podem causar nas pessoas que convivem conosco e mesmo naquelas que nem sequer convivem conosco, mas nos vêm em algum lugar, em algum momento, fazendo ou deixando de fazer alguma coisa.
Nos dias de hoje o que mais buscamos são pessoas verdadeiras. Pessoas que façam aquilo que dizem ou pregam e que também tenham coragem para pregar aquilo que fazem. É incrível, mas cada vez é mais dificil encontrar tais pessoas, mas... isso nos faz pensar o quanto cada vez também é mais dificil SER tal pessoa.
Muitas vezes reclamamos que as pessoas são falsas ou que dizem uma coisa e fazem outra completamente diferente, mas nós também temos este grave defeito. Quem... parando para pensar sinceramente em sua vida e na forma como a tem conduzido, é capaz de dizer que é plenamente verdadeiro?
Honestamente eu gostaria que milhares, milhões de pessoas fossem capazes de responder sim de forma sincera a esta questão, mas o que é mais preocupante é que geralmente, quem diz ser totalmente verdadeiro são aqueles que levam a vida pensando somente em sí mesmos, ou seja, aqueles que não medem suas ações para alcançar os seus objetivos e só conseguem pensar em sí mesmos.
Talvés por isso, cada vez mais, o mau esteja conseguindo angariar seguidores e por consequencia, o mundo esteja ficado cada vez mais egoista.
Como disse Martin Luther King, o que preocupa não é o grito dos maus, mas o silêncio dos bons.
A Paz de Cristo a todos e que Deus nos ajude a sermos pessoas verdadeiras e com um bom testemunho a apresentar.
Grande abraço a todos.
Confesso que quando ouvi um amigo, ao falar sobre mim, que as palavras chamam mas os exemplos arrastam, eu fiquei muito lisongeado e confesso que consegui encontrar motivos pra pensar que eu era alguém que conseguia levar alguém para um bom caminho através de alguns exemplos, mas graças a Deus a soberba logo passou e comecei a lembrar de todos os exemplos que dou, e que são capazes de levar as pessoas que os vêm, para caminhos que não têm muito a acrescentar.
Não sou o pior ser do mundo ou algum marginal e muito menos alguem perfeito cujos exemplos sejam capazes de nunca decepcionarem. Como todos sou somente um ser humano, buscando sim ser melhor a cada dia, assim como a maioria de nós também. Também preciso de exemplos que me conduzam para o bem e que sejam capazes de me fazer melhor. Agradeço a Deus por todos os exemplos que ele sempre colocou em meu caminho e que tanto têm me feito crescer.
Na verdade o motivo para escrever este texto, ou seja, a lição aprendida não é que somente que não sou alguém para ser seguido, o que eu já sabia mesmo antes de parar para pensar nisso. A lição na verdade diz respeito ao lado contrário da história. Não podemos saber o que nossas ações podem causar nas pessoas que convivem conosco e mesmo naquelas que nem sequer convivem conosco, mas nos vêm em algum lugar, em algum momento, fazendo ou deixando de fazer alguma coisa.
Nos dias de hoje o que mais buscamos são pessoas verdadeiras. Pessoas que façam aquilo que dizem ou pregam e que também tenham coragem para pregar aquilo que fazem. É incrível, mas cada vez é mais dificil encontrar tais pessoas, mas... isso nos faz pensar o quanto cada vez também é mais dificil SER tal pessoa.
Muitas vezes reclamamos que as pessoas são falsas ou que dizem uma coisa e fazem outra completamente diferente, mas nós também temos este grave defeito. Quem... parando para pensar sinceramente em sua vida e na forma como a tem conduzido, é capaz de dizer que é plenamente verdadeiro?
Honestamente eu gostaria que milhares, milhões de pessoas fossem capazes de responder sim de forma sincera a esta questão, mas o que é mais preocupante é que geralmente, quem diz ser totalmente verdadeiro são aqueles que levam a vida pensando somente em sí mesmos, ou seja, aqueles que não medem suas ações para alcançar os seus objetivos e só conseguem pensar em sí mesmos.
Talvés por isso, cada vez mais, o mau esteja conseguindo angariar seguidores e por consequencia, o mundo esteja ficado cada vez mais egoista.
Como disse Martin Luther King, o que preocupa não é o grito dos maus, mas o silêncio dos bons.
A Paz de Cristo a todos e que Deus nos ajude a sermos pessoas verdadeiras e com um bom testemunho a apresentar.
Grande abraço a todos.
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09 setembro 2010
O que move o mundo
A Paz de Cristo meu amigos!
Um texto que li em um blog de um amigo me chamou atenção, principalmente pelo título.
Sei que este é um blog cristão e que o mesmo se propõe a falar de lições aprendidas, mas o Cristão precisa ter um papel de transformação da sociedade e principalmente, precisa obter lições que o levem a Deus mesmo das coisas mais simples e triviais do dia-a-dia.
O título do texto deste blog era "São as perguntas que movem o mundo" (http://mostrandoaoventocomosevoa.blogspot.com/2010/06/sao-as-perguntas-que-movem-o-mundo.html) e esta é uma grande verdade. O que possibilitou os grandes inventos e as grandes descobertas sempre foram as perguntas, sempre foi o comportamento de busca e o reconhecimento de que não somos "donos da verdade", no entanto, é engraçado, pra não dizer deprimente, ver no que temos nos tornado. Continuamos buscando respostas, mas, não estamos mais dispostos a fazer as perguntas que devem ser respondidas. E talvés a culpa disso seja nossa mesmo, justamente daqueles que necessitam das perguntas que devem mover o mundo.
Sei que parece estranho o que estou dizendo e mesmo deve parecer sem sentido onde quero chegar com isso, mas a nossa sociedade não dá valor a quem faz a perguntas que movem o mundo e sim a quem as responde. Com isso, cada vez mais incentivamos as pessoas a responder as perguntas, mesmo que não saibam se aquela é a resposta certa. E porque? Somente para serem vistas como as pessoas que responderam a uma perguntar, ou seja, simplesmente para serem lembradas.
Você deve estar pensando que esta é uma discussão filosófica a respeito de quem deveria receber o mérito ou os louros das soluções encontradas pela humanidade, se o perguntador ou o respondedor, mas na verdade não foi essa a lição aprendida e é neste ponto que quero fazer uma guinada para poder chegar à lição aprendida ao ver este título e que foi o motivo deste texto que estou postando.
O que me chamou a atenção de verdade é que, não costumamos ter atitudes em prol da humanidade, ou em prol do bem comum.
Quando respondemos uma pergunta a fazemos para sermos conhecidos e mais do que isso, reconhecidos, de forma que tenhamos também, algum retorno, se possível financeiro para este reconhecimento.
Aí muitos de nós vamos dizer (eu também pensei assim), então eu sou sim alguém preocupado com o bem comum, porque estou sempre a perguntar uma série de coisas que quando respondidas representarão um grande avanço para todos. Que bom que conseguimos ser assim, mas...
Realmente fazemos estas perguntas com o ímpeto de permitir que a humanidade cresça, ou seja, já que eu não sou capaz de responder a isto, vou esperar que outros respondam e assim o crescimento se mantenha, ou fazemos as perguntas somente porque são difíceis, ou ao nosso ver impossíveis de serem respondidas e sendo assim, estamos mais uma vez fazendo-as somente para sermos reconhecidos?
Gostaria que você percebesse que a pergunta aqui não se trata de fazermos questionamentos que nós mesmos responderíamos, porque se for assim, mais vale que nós mesmos os respondamos, mas o que estou levantando aqui é... Será que nossos questionamentos - quando existem - são feitos com o intuito de buscar ajuda e assim elevar a humanidade ou questionamos simplesmente porque acreditamos que com isso iremos também conseguir um status?
Muitas vezes vejo estes problemas de fazer as coisas em busca de reconhecimento, mesmo dentro de lugares onde primordialmente deveria haver a colaboração e a colaboração em busca de um ideal maior.
As comunidades cristãs são alguns destes lugares? Sim com certeza, mas não são somente elas.
Nossas famílias, nossos locais de trabalho, nossas salas de aula, nossas rodas de amigos, entre tantos outros locais, são focos para estes problemas. Ambientes que são essencialmente colaborativos, se tornaram ambientes competitivos, onde eu só ajudo alguém se for receber algo em troca disto.
Não sou avesso ao reconhecimento nem acredito em um ambiente onde um não reconhece o trabalho do outro. No entanto, como podemos colaborar com a coletividade se estamos focados unicamente em nossos próprios egos?
Como enxergar a totalidade do mundo, se achamos que o mundo é a visão que temos da nossa pequena janela?
As eleições estão chegando e uma última pergunta que fica no ar para todos nós:
Votaremos pensando no bem de todos ou pensando no que nos interessa? Vou votar pensando no bem de todos ou em alguma promessa que foi feita a mim ou a minha família em troca do meu voto?
Tenhamos todos um ótimo resto de semana e um ótimo fim de semana
Que Deus nos abençoe e nos ensine a sua vontade.
Quanto mais penso e estudo mais aprendo.
Quanto mais aprendo mais vejo que menos sei.
A Paz de Cristo a todos e um grande abraço.
Um texto que li em um blog de um amigo me chamou atenção, principalmente pelo título.
Sei que este é um blog cristão e que o mesmo se propõe a falar de lições aprendidas, mas o Cristão precisa ter um papel de transformação da sociedade e principalmente, precisa obter lições que o levem a Deus mesmo das coisas mais simples e triviais do dia-a-dia.
O título do texto deste blog era "São as perguntas que movem o mundo" (http://mostrandoaoventocomosevoa.blogspot.com/2010/06/sao-as-perguntas-que-movem-o-mundo.html) e esta é uma grande verdade. O que possibilitou os grandes inventos e as grandes descobertas sempre foram as perguntas, sempre foi o comportamento de busca e o reconhecimento de que não somos "donos da verdade", no entanto, é engraçado, pra não dizer deprimente, ver no que temos nos tornado. Continuamos buscando respostas, mas, não estamos mais dispostos a fazer as perguntas que devem ser respondidas. E talvés a culpa disso seja nossa mesmo, justamente daqueles que necessitam das perguntas que devem mover o mundo.
Sei que parece estranho o que estou dizendo e mesmo deve parecer sem sentido onde quero chegar com isso, mas a nossa sociedade não dá valor a quem faz a perguntas que movem o mundo e sim a quem as responde. Com isso, cada vez mais incentivamos as pessoas a responder as perguntas, mesmo que não saibam se aquela é a resposta certa. E porque? Somente para serem vistas como as pessoas que responderam a uma perguntar, ou seja, simplesmente para serem lembradas.
Você deve estar pensando que esta é uma discussão filosófica a respeito de quem deveria receber o mérito ou os louros das soluções encontradas pela humanidade, se o perguntador ou o respondedor, mas na verdade não foi essa a lição aprendida e é neste ponto que quero fazer uma guinada para poder chegar à lição aprendida ao ver este título e que foi o motivo deste texto que estou postando.
O que me chamou a atenção de verdade é que, não costumamos ter atitudes em prol da humanidade, ou em prol do bem comum.
Quando respondemos uma pergunta a fazemos para sermos conhecidos e mais do que isso, reconhecidos, de forma que tenhamos também, algum retorno, se possível financeiro para este reconhecimento.
Aí muitos de nós vamos dizer (eu também pensei assim), então eu sou sim alguém preocupado com o bem comum, porque estou sempre a perguntar uma série de coisas que quando respondidas representarão um grande avanço para todos. Que bom que conseguimos ser assim, mas...
Realmente fazemos estas perguntas com o ímpeto de permitir que a humanidade cresça, ou seja, já que eu não sou capaz de responder a isto, vou esperar que outros respondam e assim o crescimento se mantenha, ou fazemos as perguntas somente porque são difíceis, ou ao nosso ver impossíveis de serem respondidas e sendo assim, estamos mais uma vez fazendo-as somente para sermos reconhecidos?
Gostaria que você percebesse que a pergunta aqui não se trata de fazermos questionamentos que nós mesmos responderíamos, porque se for assim, mais vale que nós mesmos os respondamos, mas o que estou levantando aqui é... Será que nossos questionamentos - quando existem - são feitos com o intuito de buscar ajuda e assim elevar a humanidade ou questionamos simplesmente porque acreditamos que com isso iremos também conseguir um status?
Muitas vezes vejo estes problemas de fazer as coisas em busca de reconhecimento, mesmo dentro de lugares onde primordialmente deveria haver a colaboração e a colaboração em busca de um ideal maior.
As comunidades cristãs são alguns destes lugares? Sim com certeza, mas não são somente elas.
Nossas famílias, nossos locais de trabalho, nossas salas de aula, nossas rodas de amigos, entre tantos outros locais, são focos para estes problemas. Ambientes que são essencialmente colaborativos, se tornaram ambientes competitivos, onde eu só ajudo alguém se for receber algo em troca disto.
Não sou avesso ao reconhecimento nem acredito em um ambiente onde um não reconhece o trabalho do outro. No entanto, como podemos colaborar com a coletividade se estamos focados unicamente em nossos próprios egos?
Como enxergar a totalidade do mundo, se achamos que o mundo é a visão que temos da nossa pequena janela?
As eleições estão chegando e uma última pergunta que fica no ar para todos nós:
Votaremos pensando no bem de todos ou pensando no que nos interessa? Vou votar pensando no bem de todos ou em alguma promessa que foi feita a mim ou a minha família em troca do meu voto?
Tenhamos todos um ótimo resto de semana e um ótimo fim de semana
Que Deus nos abençoe e nos ensine a sua vontade.
Quanto mais penso e estudo mais aprendo.
Quanto mais aprendo mais vejo que menos sei.
A Paz de Cristo a todos e um grande abraço.
07 setembro 2010
Humildade
Boa noite irmãos. A Paz de Cristo a todos!
Achei muito interessante o evangelho de domingo passado, que entre outras coisas, falava de humildade.
Sempre ouvi falar muito de humildade, principalmente quando alguém pretendia se referir à alguém com poucas posses. E a frase quase sempre era a seguinte, fulano é uma pessoa muito humilde. No entanto, este domingo o evangelho me despertou a curiosidade do verdadeiro significado desta palavra.
Me chamou atenção que quando da passagem do evangelho, Jesus não falava àqueles que até então eu tinha como humildes. Ele falava com pessoas que tinha capacidade financeira de dar festas, ou seja, eram pessoas de posses. Qual o sentido então de falar de humildade neste âmbito? Se ser humilde é não ter posses, qual o sentido de Jesus falar sobre humildade com aqueles que têm posse?
Então eu fui pesquisar e perguntar ao nosso velho amigo pai dos burros "dicionário" o que significava realmente esta palavra e qual não foi minha surpresa, descobri que a mesma tem o seguinte significado:
Que tem ou aparenta humildade, que se diminui voluntariamente: uma criatura humilde.
Partindo desta definição fica bem mais fácil entender o que o evangelista apresenta ao relatar a parábola contada por Jesus. Ele, o único que podia se exaltar, se engrandecer, se humilhou, tornou-se pequeno ao fazer-se homem sendo Deus e menor ainda se fez ao assumir sobre si, todas as dores e castigos pelos quais a humanidade deveria passar.
Como diz a definição do dicionário e também o apostolo Paulo, se fez obediente e obediente até a morte e morte numa cruz.
Mas como toda lição aprendida na verdade traz mais dúvidas do que certezas, esta não poderia ser diferente.
Se Jesus, o maior de todos, aquele a quem cabia toda a gloria, se humilhou e aceitou a vontade do Pai para sua vida, aceitando se tornar homem e dessa forma fazer com que o Deus todo poderoso conhecesse a limitação de ser homem, por que nós sempre queremos somente nos exaltarmos?
Não é preciso ir longe para perceber isso.
Na escola, o professor ensina o aluno que este deve se esforçar para ser o melhor e mostra que se ele não for bom o suficiente o mercado não o quer.
No trabalho, um puxa o tapete do outro para conseguir aquela promoção.
Em casa, primeira comunidade cristã, os pais ensinam os filhos a serem competitivos para poder vencer na vida. E quando o filho não consegue ser tão bom quanto os pais esperam, ao invés de uma palavra de conforto, o que eles recebem são comparação do tipo, seu irmão que é muito menor do que você é melhor do que você, ou então, tá vendo o filho do vizinho... Ele sim dá orgulho prós pais, num é igual você que faz tudo errado.
Até quando nosso mundo vai viver buscando o contrário daquilo que Cristo nos ensinou?
E se o mundo for realmente seguir assim sempre, até quando será possível sobreviver neste mundo onde a única coisa que importa é ser o melhor e uma falha ou um fracasso é visto como algo digno de punição?
Espero que saibamos responder estas perguntas antes que seja tarde demais e que ao respondê-las, possamos encontrar uma resposta que mais do que resolver o problema de forma técnica, nos faça felizes.
Um grande abraço a todos e uma maravilhosa semana.
Que Deus nos cubra com Sua paz e nos dê a Sua sabedoria
Achei muito interessante o evangelho de domingo passado, que entre outras coisas, falava de humildade.
Sempre ouvi falar muito de humildade, principalmente quando alguém pretendia se referir à alguém com poucas posses. E a frase quase sempre era a seguinte, fulano é uma pessoa muito humilde. No entanto, este domingo o evangelho me despertou a curiosidade do verdadeiro significado desta palavra.
Me chamou atenção que quando da passagem do evangelho, Jesus não falava àqueles que até então eu tinha como humildes. Ele falava com pessoas que tinha capacidade financeira de dar festas, ou seja, eram pessoas de posses. Qual o sentido então de falar de humildade neste âmbito? Se ser humilde é não ter posses, qual o sentido de Jesus falar sobre humildade com aqueles que têm posse?
Então eu fui pesquisar e perguntar ao nosso velho amigo pai dos burros "dicionário" o que significava realmente esta palavra e qual não foi minha surpresa, descobri que a mesma tem o seguinte significado:
Que tem ou aparenta humildade, que se diminui voluntariamente: uma criatura humilde.
Partindo desta definição fica bem mais fácil entender o que o evangelista apresenta ao relatar a parábola contada por Jesus. Ele, o único que podia se exaltar, se engrandecer, se humilhou, tornou-se pequeno ao fazer-se homem sendo Deus e menor ainda se fez ao assumir sobre si, todas as dores e castigos pelos quais a humanidade deveria passar.
Como diz a definição do dicionário e também o apostolo Paulo, se fez obediente e obediente até a morte e morte numa cruz.
Mas como toda lição aprendida na verdade traz mais dúvidas do que certezas, esta não poderia ser diferente.
Se Jesus, o maior de todos, aquele a quem cabia toda a gloria, se humilhou e aceitou a vontade do Pai para sua vida, aceitando se tornar homem e dessa forma fazer com que o Deus todo poderoso conhecesse a limitação de ser homem, por que nós sempre queremos somente nos exaltarmos?
Não é preciso ir longe para perceber isso.
Na escola, o professor ensina o aluno que este deve se esforçar para ser o melhor e mostra que se ele não for bom o suficiente o mercado não o quer.
No trabalho, um puxa o tapete do outro para conseguir aquela promoção.
Em casa, primeira comunidade cristã, os pais ensinam os filhos a serem competitivos para poder vencer na vida. E quando o filho não consegue ser tão bom quanto os pais esperam, ao invés de uma palavra de conforto, o que eles recebem são comparação do tipo, seu irmão que é muito menor do que você é melhor do que você, ou então, tá vendo o filho do vizinho... Ele sim dá orgulho prós pais, num é igual você que faz tudo errado.
Até quando nosso mundo vai viver buscando o contrário daquilo que Cristo nos ensinou?
E se o mundo for realmente seguir assim sempre, até quando será possível sobreviver neste mundo onde a única coisa que importa é ser o melhor e uma falha ou um fracasso é visto como algo digno de punição?
Espero que saibamos responder estas perguntas antes que seja tarde demais e que ao respondê-las, possamos encontrar uma resposta que mais do que resolver o problema de forma técnica, nos faça felizes.
Um grande abraço a todos e uma maravilhosa semana.
Que Deus nos cubra com Sua paz e nos dê a Sua sabedoria
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15 agosto 2010
Vida
Bom dia irmãos
Nestas últimas semanas mudamos de prédio no trabalho e como toda mudança essa nos colocou perante novos caminhos, novas realidades e novos desafios também.
No meu caso particularmente, gostei muito de uma combinação de fatos que me fizeram pensar em muitas coisas. Esta combinação foi receber um livro emprestado para ler e um caminho longo para percorrer de ônibus.
É engraçado como reclamamos sempre de não termos tempo para fazermos uma série de coisas, mas também é incrível como este tempo surge quando nosso trabalhou ou nosso sustento está em jogo e foi isso que aconteceu. Como tive que andar de ônibus um bom pedaço, acabei tendo tempo para parar e pensar em muita coisa que a tempos reclamava de não ter tempo para dar atenção.
E em um desses dias lendo o livro Amor Eterno, que minha noiva me emprestou, eu comecei a olhar para o caminho e pensar na vida, mas não assim, não pensar na minha vida ou no que deveria fazer para conseguir resolver algum problema que estava afetando minha vida, mas a pensar na vida. Na vida mesmo, no fato de existir vida e no fato desta vida ser algo tão persistente e até mesmo incoerente.
Não sei se já parou para pensar nisso, mas a vida é a única coisa (pelo menos que eu conheço) que é possível encontrar em qualquer lugar. Ela é tão persistente e tão penetrante que é possível encontrá-la a todo momento. Pássaros, árvores, pessoas, plantas, peixes e tantos outros são exemplos clássicos que sempre usamos, mas ainda muitos outros podem ser usados e nos farão entender que realmente, a vida está em todo lugar. Parei para pensar e lembrei de onde morava antes de vir para cá. Lá, quase todas as ruas eram asfaltadas, quase não tinha espaço para uma ou outra árvore que a prefeitura vez por outra plantava, mas mesmo assim, cada rachadinho no asfalto, lá estava uma graminha, uma florzinha de brejo, ou mesmo um batalhão de formigas.
Aqui onde moro hoje, é um lugar bastante seco, e por vezes, aqueles menos acostumados com o lugar, olham as árvores e pensam: Pobre coitada a seca foi tanta que a matou, mas engana-se, a vida ainda está ali, só esperando a primeira borrifada de água para voltar com força total. Lembro de quando cheguei aqui enviado a trabalho. Cheguei num mês de Novembro de um ano que não chovia nem uma gota desde maio. Dá pra imaginar como estava este lugar. Assim que peguei minha mala para ir para a casa que me acolheria por um tempo olhei para o chão e o que vi... Uma enorme desolação. Dava dó daquele chão. A grama, toda amarelada, parecia aqueles fenos de filme antigo de cowboy. Mas não demorou muito a chuva veio e uma noite de chuva foi o suficiente para eu sair na rua e ver aquela grama tão verde e aquelas árvores começando a dar sinal de que ainda estavam vivas e daí por diante durante o tempo que choveu cada vez mais as plantas se fortaleciam e a vida ia se mostrando forte e poderosa como sempre.
Outro bom exemplo de como a vida persiste em se mostrar, são as construções. Não sei se já teve a chance de ver um terreno em construção, mas eu tenho a chance de ver vários quase todo dia e é muito intrigante quando se quer ver o que Deus quer nos mostrar. Cada um destes terrenos estão geralmente sem nenhuma forma de vida, a não ser é claro os trabalhadores que ali labutam incansavelmente, mas vamos falar de outra forma de vida que fica ali escondida, quase imperseptivel, mas está ali. São os insetos e minhocas que de não deixam de habitar o local somente porque obras estão acontecendo.
Lembro de quando meu pai me contava, que tem uma planta, não lembro o nome agora, que só nasce em terrenos que foram queimados. É intrigante como algo que "destroi a vida" como o fogo, é capaz de produzir vida também e nem ele é capaz de fazer com que nenhuma forma de vida se manifeste em algum lugar.
Outros tantos exemplos podem ser levados em consideração e com certeza vão nos saltar aos olhos, como por exemplo, os desertos que por mais inosptos que sejam habitam uma imensa variedade de seres viventes, entre eles animais, insetos, plantas, aves etc. E o que dizer de lugares como as geleiras que são para nós seres humanos lugares quase que inabitáveis, porém, para os pinguins e tantos animais marinhos, são o habitat ideal para sobrevivencia.
Claro que só pensar nisso já seria um aprendizado sem tamanho, mas Deus nunca pensa pequeno não é mesmo, ele teve uma intenção ainda mais nobre ao me fazer pensar nisso. Mais do que ver que a vida está em qualquer lugar ele me mostrava que também em qualquer coração onde ainda há o mínimo pulsar existe vida e vida em abundância, pronta para se mostrar e crescer.
Deus me fez lembrar de tantas e tantas pessoas que dizem que não faz mais sentido continuar; Que tudo está perdido; Que esta terra não tem mais jeito (e infelizmente me vi entre os que dizem isso de vez em quando). E me mostrou que da mesma forma como a grama que está seca, amarela, sem graça, volta a vida quando encontra com a água, assim também o ser humano é capaz de voltar a vida contanto que beba da fonte da água viva. Fonte esta que é o próprio Cristo Jesus filho de Deus vivo.
Neste tempo em que Deus conversava comigo dentro daquele ônibus lotado. E aqui eu abro um pequeno parênteses para um comentário. Acho muito engraçado e por vezes admito, encantador a forma como Deus faz para conversar comigo. Sou um grande cabeça dura e quase sempre estou reclamando de falta de tempo e deixando muitas coisas de lado sob a desculpa de não ter tempo. E foi muito engraçado que ele me fez mudar de prédio na empresa onde trabalho e se aproveitou de uma característica minha de ser "mão de vaca" como dizem meus amigos, para fazer com que eu pegasse um ónibus que demora mais ou menos uma hora e meia para ir de casa até o local onde trabalho e lotou o ônibus de tal forma que o máximo que eu poderia fazer era ouvir o que ele tinha a me dizer. Obrigado Deus por ainda ter paciência comigo. Bom, mas, parênteses fechado e voltando ao assunto que realmente interessa, durante este tempo que Deus falava comigo no ônibus ele começou também a me dar um belo de um puxão de orelha, o qual estou tentando tirar proveito e fazer dele fonte de mudança na minha vida. Ele me mostrava que se mesmo em meio ao deserto mais seco, mesmo em meio aos lugares mais inosptos, há vida, eu, mera criatura, não podia julgar o meu irmão somente porque este cometera um erro ou um pecado que a meu ver era grave. E com isso ele me mostrava o quanto eu era errado quando dizia que alguém merecia morrer por ter feito tamanho pecado.
Espero que esta lição seja capaz de mudar meu coração e que está água de Deus seja capaz de fazer a minha grama ficar verde e cheia de vida.
Desejo a todos uma ótima semana e que Deus dê a todos nós muitos chuvas de suas torrentes de água viva para inundar os nossos corações.
A Paz de Cristo a todos e uma abençoada semana.
Nestas últimas semanas mudamos de prédio no trabalho e como toda mudança essa nos colocou perante novos caminhos, novas realidades e novos desafios também.
No meu caso particularmente, gostei muito de uma combinação de fatos que me fizeram pensar em muitas coisas. Esta combinação foi receber um livro emprestado para ler e um caminho longo para percorrer de ônibus.
É engraçado como reclamamos sempre de não termos tempo para fazermos uma série de coisas, mas também é incrível como este tempo surge quando nosso trabalhou ou nosso sustento está em jogo e foi isso que aconteceu. Como tive que andar de ônibus um bom pedaço, acabei tendo tempo para parar e pensar em muita coisa que a tempos reclamava de não ter tempo para dar atenção.
E em um desses dias lendo o livro Amor Eterno, que minha noiva me emprestou, eu comecei a olhar para o caminho e pensar na vida, mas não assim, não pensar na minha vida ou no que deveria fazer para conseguir resolver algum problema que estava afetando minha vida, mas a pensar na vida. Na vida mesmo, no fato de existir vida e no fato desta vida ser algo tão persistente e até mesmo incoerente.
Não sei se já parou para pensar nisso, mas a vida é a única coisa (pelo menos que eu conheço) que é possível encontrar em qualquer lugar. Ela é tão persistente e tão penetrante que é possível encontrá-la a todo momento. Pássaros, árvores, pessoas, plantas, peixes e tantos outros são exemplos clássicos que sempre usamos, mas ainda muitos outros podem ser usados e nos farão entender que realmente, a vida está em todo lugar. Parei para pensar e lembrei de onde morava antes de vir para cá. Lá, quase todas as ruas eram asfaltadas, quase não tinha espaço para uma ou outra árvore que a prefeitura vez por outra plantava, mas mesmo assim, cada rachadinho no asfalto, lá estava uma graminha, uma florzinha de brejo, ou mesmo um batalhão de formigas.
Aqui onde moro hoje, é um lugar bastante seco, e por vezes, aqueles menos acostumados com o lugar, olham as árvores e pensam: Pobre coitada a seca foi tanta que a matou, mas engana-se, a vida ainda está ali, só esperando a primeira borrifada de água para voltar com força total. Lembro de quando cheguei aqui enviado a trabalho. Cheguei num mês de Novembro de um ano que não chovia nem uma gota desde maio. Dá pra imaginar como estava este lugar. Assim que peguei minha mala para ir para a casa que me acolheria por um tempo olhei para o chão e o que vi... Uma enorme desolação. Dava dó daquele chão. A grama, toda amarelada, parecia aqueles fenos de filme antigo de cowboy. Mas não demorou muito a chuva veio e uma noite de chuva foi o suficiente para eu sair na rua e ver aquela grama tão verde e aquelas árvores começando a dar sinal de que ainda estavam vivas e daí por diante durante o tempo que choveu cada vez mais as plantas se fortaleciam e a vida ia se mostrando forte e poderosa como sempre.
Outro bom exemplo de como a vida persiste em se mostrar, são as construções. Não sei se já teve a chance de ver um terreno em construção, mas eu tenho a chance de ver vários quase todo dia e é muito intrigante quando se quer ver o que Deus quer nos mostrar. Cada um destes terrenos estão geralmente sem nenhuma forma de vida, a não ser é claro os trabalhadores que ali labutam incansavelmente, mas vamos falar de outra forma de vida que fica ali escondida, quase imperseptivel, mas está ali. São os insetos e minhocas que de não deixam de habitar o local somente porque obras estão acontecendo.
Lembro de quando meu pai me contava, que tem uma planta, não lembro o nome agora, que só nasce em terrenos que foram queimados. É intrigante como algo que "destroi a vida" como o fogo, é capaz de produzir vida também e nem ele é capaz de fazer com que nenhuma forma de vida se manifeste em algum lugar.
Outros tantos exemplos podem ser levados em consideração e com certeza vão nos saltar aos olhos, como por exemplo, os desertos que por mais inosptos que sejam habitam uma imensa variedade de seres viventes, entre eles animais, insetos, plantas, aves etc. E o que dizer de lugares como as geleiras que são para nós seres humanos lugares quase que inabitáveis, porém, para os pinguins e tantos animais marinhos, são o habitat ideal para sobrevivencia.
Claro que só pensar nisso já seria um aprendizado sem tamanho, mas Deus nunca pensa pequeno não é mesmo, ele teve uma intenção ainda mais nobre ao me fazer pensar nisso. Mais do que ver que a vida está em qualquer lugar ele me mostrava que também em qualquer coração onde ainda há o mínimo pulsar existe vida e vida em abundância, pronta para se mostrar e crescer.
Deus me fez lembrar de tantas e tantas pessoas que dizem que não faz mais sentido continuar; Que tudo está perdido; Que esta terra não tem mais jeito (e infelizmente me vi entre os que dizem isso de vez em quando). E me mostrou que da mesma forma como a grama que está seca, amarela, sem graça, volta a vida quando encontra com a água, assim também o ser humano é capaz de voltar a vida contanto que beba da fonte da água viva. Fonte esta que é o próprio Cristo Jesus filho de Deus vivo.
Neste tempo em que Deus conversava comigo dentro daquele ônibus lotado. E aqui eu abro um pequeno parênteses para um comentário. Acho muito engraçado e por vezes admito, encantador a forma como Deus faz para conversar comigo. Sou um grande cabeça dura e quase sempre estou reclamando de falta de tempo e deixando muitas coisas de lado sob a desculpa de não ter tempo. E foi muito engraçado que ele me fez mudar de prédio na empresa onde trabalho e se aproveitou de uma característica minha de ser "mão de vaca" como dizem meus amigos, para fazer com que eu pegasse um ónibus que demora mais ou menos uma hora e meia para ir de casa até o local onde trabalho e lotou o ônibus de tal forma que o máximo que eu poderia fazer era ouvir o que ele tinha a me dizer. Obrigado Deus por ainda ter paciência comigo. Bom, mas, parênteses fechado e voltando ao assunto que realmente interessa, durante este tempo que Deus falava comigo no ônibus ele começou também a me dar um belo de um puxão de orelha, o qual estou tentando tirar proveito e fazer dele fonte de mudança na minha vida. Ele me mostrava que se mesmo em meio ao deserto mais seco, mesmo em meio aos lugares mais inosptos, há vida, eu, mera criatura, não podia julgar o meu irmão somente porque este cometera um erro ou um pecado que a meu ver era grave. E com isso ele me mostrava o quanto eu era errado quando dizia que alguém merecia morrer por ter feito tamanho pecado.
Espero que esta lição seja capaz de mudar meu coração e que está água de Deus seja capaz de fazer a minha grama ficar verde e cheia de vida.
Desejo a todos uma ótima semana e que Deus dê a todos nós muitos chuvas de suas torrentes de água viva para inundar os nossos corações.
A Paz de Cristo a todos e uma abençoada semana.
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O Andor
A Paz de Cristo meu irmãos.
É difícil imaginar palavras mais acertadas do que as que disse uma vez o nosso falecido Papa João Paulo II:
- É preciso santificar as devoções.
Hoje é dia de Nossa Senhora da Assunção. Uma festa bonita que nos lembra que nossa senhora, a mãe de Jesus, não morreu, mas foi elevada aos céus para ser a primeira e experimentar a glória que aguarda todos aqueles que forem de Cristo por ocasião de sua vinda. Mas embora este seja um tema maravilhoso, não é bem sobre isso que gostaria de falar hoje.
Na verdade, uma coisa me chamou muito atenção hoje.
Como nestes dias, as pessoas ficam mais sucetíveis a caridade. E não estou somente falando da caridade de colaborar financeiramente com aqueles irmãos mais necessitados, mas estou falando da caridade no seu sentido mais amplo. Estou falando da abertura do coração à quem está perto, a quem está próximo.
Faz quase três anos que frequento uma paróquia aqui onde resido que foi, e está sendo ainda, erguida em honra a nossa senhora da assunção, e por isso este fato ocorreu hoje, dia dela.
Tenho alguns poucos conhecidos aqui a paróquia. Pessoas que por vezes me cumprimentam, outras que até conversam um pouco mais comigo e me parecem mais amistosas, mas todas elas são em geral, e devo admitir que eu também, pessoas um tanto quanto fechadas. Pessoas que pelas dificuldades impostas pela vida, se fecharam a um convívio muito franco e por isso talvez, não são tão receptivos em um primeiro momento. Talvez até por medo de serem mal interpretados.
Bom, o fato é que hoje, como em toda festa que se prese em homenágem à padroeira, houve uma procissão e como em todas as procissões, um andor. E esta simples carruagem de madeira, levada por alguns homens da paróquia, foi suficiente para fazer com que estes se unissem em torno de um ideal.
Pessoas que provavelmente nunca haviam se falado antes - Digo isso porque estava entre estes e nunca tinha falado com nenhum deles antes - estavam juntas carregando aquele andor, olhando diretamente uns nos rostos dos outros e percebendo a dor ou o cansaço de cada um, se prontificando a ajudar a carregar tal andor.
E claro, era preciso ter organização, afinal de contas, ora se vai mais rápido, ora mais devagar, ora um lado está mais alto, ora mais baixo e com o tempo por incrível que pareça, aquelas pessoas que nunca tinham se falado, estavam todas organizadas, de certa forma, haviam até se formado pequenos "times" que se revesavam no seguir da procissão. Então, quando um mais baixo pegava de um lado, aquele que também era mais baixo pegava do outro para equilibrar o andor e a imagem da santa não cair e assim por diante.
Devem estar se perguntando o porque comecei falando que eram muito sábias as palavras do nosso falecido Papa João Paulo II. E é muito simples o motivo. Se uma devoção, como o fato de carregar um andor, fazer uma novena, seguir uma procissão, cantar cantigas de reis e tantas outras que conhecemos e que nosso povo vive, é capaz de unir as pessoas de tal maneira em torno de um ideal, é preciso sim, investir nestes pontos, nestes momentos, para promover a fé do povo.
É necessário estar nestes lugares, conversando com estas pessoas, acolhendo estes irmãos e chamando-os para o convívio daquela família, durante estes momentos em que a família se reune. É como em uma família onde o pai chega tarde, a mãe não tem muito tempo para brincar com os filhos, os irmãos mais velhos trabalham e estudam e também chegam tarde em casa, mas no final de semana, todos se sentam à mesma mesa e têm um almoço ou um jantar juntos e podem alí compartilhar suas tristesas e alegrias, suas esperanças para uma nova semana, ou mesmo buscar um consolo para as batalhas enfrentadas durante a semana que passou.
Este é o momento de estarmos juntos com estes irmãos e convidá-los a fazerem parte desta mesa mais vezes.
Sinto falta desta atitude dentro de nossa igreja muitas vezes e sei que isso não é uma coisa que os padres ou os bispos possam fazer, afinal de contas, são tantos os fieis a serem acolhidos. Como chegar a cada um?
Através de outros fieis.
Espero que consigamos aprender a usar de cada momento para convidar nossos irmãos a fazerem parte da mesa de Cristo. Não podemos perder oportunidades. Temos que ser como disse o apóstolo Paulo: Me fiz fraco para os fracos, sábio para os sábios, humilde para os humildes, enfim, me fiz tudo para todos.
Que a interecessão de Nossa Senhora da Assunção nos guie a enteder esta vontade de Deus e nos leve a vivermos o amor de seu filho Jesus Cristo que nos pede a cada dia para convidarmos nossos irmãos para a mesa do seu banquete.
Fiquemos em Paz e que Deus nos guie em mais esta semana.
É difícil imaginar palavras mais acertadas do que as que disse uma vez o nosso falecido Papa João Paulo II:
- É preciso santificar as devoções.
Hoje é dia de Nossa Senhora da Assunção. Uma festa bonita que nos lembra que nossa senhora, a mãe de Jesus, não morreu, mas foi elevada aos céus para ser a primeira e experimentar a glória que aguarda todos aqueles que forem de Cristo por ocasião de sua vinda. Mas embora este seja um tema maravilhoso, não é bem sobre isso que gostaria de falar hoje.
Na verdade, uma coisa me chamou muito atenção hoje.
Como nestes dias, as pessoas ficam mais sucetíveis a caridade. E não estou somente falando da caridade de colaborar financeiramente com aqueles irmãos mais necessitados, mas estou falando da caridade no seu sentido mais amplo. Estou falando da abertura do coração à quem está perto, a quem está próximo.
Faz quase três anos que frequento uma paróquia aqui onde resido que foi, e está sendo ainda, erguida em honra a nossa senhora da assunção, e por isso este fato ocorreu hoje, dia dela.
Tenho alguns poucos conhecidos aqui a paróquia. Pessoas que por vezes me cumprimentam, outras que até conversam um pouco mais comigo e me parecem mais amistosas, mas todas elas são em geral, e devo admitir que eu também, pessoas um tanto quanto fechadas. Pessoas que pelas dificuldades impostas pela vida, se fecharam a um convívio muito franco e por isso talvez, não são tão receptivos em um primeiro momento. Talvez até por medo de serem mal interpretados.
Bom, o fato é que hoje, como em toda festa que se prese em homenágem à padroeira, houve uma procissão e como em todas as procissões, um andor. E esta simples carruagem de madeira, levada por alguns homens da paróquia, foi suficiente para fazer com que estes se unissem em torno de um ideal.
Pessoas que provavelmente nunca haviam se falado antes - Digo isso porque estava entre estes e nunca tinha falado com nenhum deles antes - estavam juntas carregando aquele andor, olhando diretamente uns nos rostos dos outros e percebendo a dor ou o cansaço de cada um, se prontificando a ajudar a carregar tal andor.
E claro, era preciso ter organização, afinal de contas, ora se vai mais rápido, ora mais devagar, ora um lado está mais alto, ora mais baixo e com o tempo por incrível que pareça, aquelas pessoas que nunca tinham se falado, estavam todas organizadas, de certa forma, haviam até se formado pequenos "times" que se revesavam no seguir da procissão. Então, quando um mais baixo pegava de um lado, aquele que também era mais baixo pegava do outro para equilibrar o andor e a imagem da santa não cair e assim por diante.
Devem estar se perguntando o porque comecei falando que eram muito sábias as palavras do nosso falecido Papa João Paulo II. E é muito simples o motivo. Se uma devoção, como o fato de carregar um andor, fazer uma novena, seguir uma procissão, cantar cantigas de reis e tantas outras que conhecemos e que nosso povo vive, é capaz de unir as pessoas de tal maneira em torno de um ideal, é preciso sim, investir nestes pontos, nestes momentos, para promover a fé do povo.
É necessário estar nestes lugares, conversando com estas pessoas, acolhendo estes irmãos e chamando-os para o convívio daquela família, durante estes momentos em que a família se reune. É como em uma família onde o pai chega tarde, a mãe não tem muito tempo para brincar com os filhos, os irmãos mais velhos trabalham e estudam e também chegam tarde em casa, mas no final de semana, todos se sentam à mesma mesa e têm um almoço ou um jantar juntos e podem alí compartilhar suas tristesas e alegrias, suas esperanças para uma nova semana, ou mesmo buscar um consolo para as batalhas enfrentadas durante a semana que passou.
Este é o momento de estarmos juntos com estes irmãos e convidá-los a fazerem parte desta mesa mais vezes.
Sinto falta desta atitude dentro de nossa igreja muitas vezes e sei que isso não é uma coisa que os padres ou os bispos possam fazer, afinal de contas, são tantos os fieis a serem acolhidos. Como chegar a cada um?
Através de outros fieis.
Espero que consigamos aprender a usar de cada momento para convidar nossos irmãos a fazerem parte da mesa de Cristo. Não podemos perder oportunidades. Temos que ser como disse o apóstolo Paulo: Me fiz fraco para os fracos, sábio para os sábios, humilde para os humildes, enfim, me fiz tudo para todos.
Que a interecessão de Nossa Senhora da Assunção nos guie a enteder esta vontade de Deus e nos leve a vivermos o amor de seu filho Jesus Cristo que nos pede a cada dia para convidarmos nossos irmãos para a mesa do seu banquete.
Fiquemos em Paz e que Deus nos guie em mais esta semana.
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Presente nunca recebido
Era uma vez um rapaz que trabalhava em uma empresa como faxineiro e ganhava um salário mínimo. E por ter muitos compromissos, esta pessoa precisava fazer serviços de ajudante geral durante os finais de semana, além de sua esposa ter que fazer artesanatos para vender e prestar serviços de arrumadeira.
Este rapaz que trabalhava muito para poder se sustentar e sustentar sua família que estava prestes a receber um novo membro. Seu quarto filho que estaria chegando ao mundo em no máximo mais dois meses.
O pai deste rapaz tinha três irmãos, todos eles muito trabalhadores, mas também muito pobres, que eram muito próximos da família. No entanto, um quarto tio deste rapaz não morava no Brasil e por isso, não era tão próximo à família, sendo na verdade bastante ausente.
Este tio, comovido com a situação de seu sobrinho, resolveu abrir uma conta em nome do mesmo nos Estados Unidos e depositou nesta conta valor suficiente para sustentar sua numerosa família enquanto eles vivessem e mandou uma carta para o sobrinho informando a gentileza juntamente com o contrato de abertura da conta, contrato este que lhe daria direito a utilizar o valor lá depositado.
No entanto, um problema aconteceu e a carta foi roubada.
Por algumas vezes o tal tio mandou outras cartas que sempre se perdiam antes de chegar ao seu destino.
Um belo dia o próprio tio foi encontrar o sobrinho para lhe dar a notícia, mas o sobrinho, triste com a ausência do tio, não quis recebê-lo e por mais que tentasse o tio não conseguiu conversar com o sobrinho para entregar-lhe o presente.
Não conseguindo falar com o sobrinho, o tio passou a tentar se aproximar do sobrinho de todas as formas possíveis, enquanto isso, o sobrinho continuava sofrendo todas as dificuldades para sustentar a família. E sendo ele dono de uma fortuna, não usufruía em nada deste bem.
Esta história se parece de alguma forma com algo que você conheça?
Se você disse de cara que não pense melhor. Você tem usufruído de todos os bens que Deus te deu na cruz através do seu filho Jesus Cristo?
Um grande abraço a todos e que Deus abençoe a todos aqui.
Este rapaz que trabalhava muito para poder se sustentar e sustentar sua família que estava prestes a receber um novo membro. Seu quarto filho que estaria chegando ao mundo em no máximo mais dois meses.
O pai deste rapaz tinha três irmãos, todos eles muito trabalhadores, mas também muito pobres, que eram muito próximos da família. No entanto, um quarto tio deste rapaz não morava no Brasil e por isso, não era tão próximo à família, sendo na verdade bastante ausente.
Este tio, comovido com a situação de seu sobrinho, resolveu abrir uma conta em nome do mesmo nos Estados Unidos e depositou nesta conta valor suficiente para sustentar sua numerosa família enquanto eles vivessem e mandou uma carta para o sobrinho informando a gentileza juntamente com o contrato de abertura da conta, contrato este que lhe daria direito a utilizar o valor lá depositado.
No entanto, um problema aconteceu e a carta foi roubada.
Por algumas vezes o tal tio mandou outras cartas que sempre se perdiam antes de chegar ao seu destino.
Um belo dia o próprio tio foi encontrar o sobrinho para lhe dar a notícia, mas o sobrinho, triste com a ausência do tio, não quis recebê-lo e por mais que tentasse o tio não conseguiu conversar com o sobrinho para entregar-lhe o presente.
Não conseguindo falar com o sobrinho, o tio passou a tentar se aproximar do sobrinho de todas as formas possíveis, enquanto isso, o sobrinho continuava sofrendo todas as dificuldades para sustentar a família. E sendo ele dono de uma fortuna, não usufruía em nada deste bem.
Esta história se parece de alguma forma com algo que você conheça?
Se você disse de cara que não pense melhor. Você tem usufruído de todos os bens que Deus te deu na cruz através do seu filho Jesus Cristo?
Um grande abraço a todos e que Deus abençoe a todos aqui.
18 julho 2010
A Vontade e o Tempo de Deus
Dia desses me lembrava de algumas lições que aprendi a algum tempo e esta que vou contar, me ensinou muito sobre vontade e tempo de Deus, por isso, quis partilhá-la com vocês.
A lição foi tirada de uma pregação que fui durante minha pré-adolecência (eu creio), e que embora eu não lembre quem,quando e nem onde foi dito (peço perdão ao pregador por isso), me marcou muito.
A pregação deste "Enviado de Deus" (permita-me chamá-lo assim meu caro pregador), ia acontecendo e creio que ele falava de cura e/ou milagres.
Em um dado momento ele disse, creia que Deus é capaz de transformar a sua vida, esteja você aqui ou não. Deus pode tranformar sua família e até mesmo aquele que você nunca viu nem vai ver.
E então, ele abriu um parênteses na pregação dele e uma fenda em minha cabeça dura. Ele passou a contar que em um outro encontro, orando pela cura das pessoas que alí estavam, ele recebeu de Deus a revelação de uma cura. De uma cura física. E passou a proclamar a cura e pedir que a pessoa glorificasse a Deus e testemunhasse essa cura.
Mas... ninguém se manifestou.
E dizia ele que por mais algumas vezes pediu que a pessoa curada se manifestasse e testemunhasse o amor de Deus, mas foi em vão.
Disse ele que, saiu daquele lugar pensando. Por que a pessoa curada não tinha se manifestado? E aqui peço perdão ao pregador por não lembrar perfeitamente das palavras usadas por ele, mas saiu até pensando se tinha se confundido pensando que aquela tinha sido uma revelação de Deus.
Pois bem, dizia ele, que o tempo passou e mais ou menos uns dois anos depois do ocorrido veio uma pessoa à frente dele contando daquela pregação e que através dela tinha sido curada.
O pregador então achando que aquela pessoa tinha ficado com medo ou vergonha no dia da pregação e perguntou porque não havia se manifestado durante as diversas vezes que ele anunciou a cura durante a pregação.
Foi entao que a pessoa contou que estava em casa deprimida por ter perdido os movimentos de suas pernas e que alguém, ao passar na livraria da paróquia que frequentava, viu a fita da pregação e resolveu levar para ela.
Disse então a pessoa que foi curada, que durante a exibição da fita, foi sentindo o poder de Deus e que este lhe curou completamente e que desde então estava fazendo o que ele pedira na pregação. Testemunhando o milagre acontecido.
Neste dia aprendi que em tudo Deus tem um propósito. Talvés uma música cantada hoje em um Grupo de Oração ou em uma Missa, vai ser fonte de inspiração e cura daqui a um, dois ou dez anos. Da mesma forma, um sorrizo, ou um abraço amigo, pode ser fonte de cura e de benção daqui a dez ou vinte anos. Uma frase dita a alguém hoje, pode se transformar em cura na vida de quem nem conhecemos e talves, nem mesmo aquele, para quem foi a frase foi dita, conheça.
Pensemos nisso. Não devemos fazer as coisas esperando ver o resultado nem desistir da missão só porque ela parece difícil demais ou porque parece não dar frutos.
Como diz a histórinha, Deus nos pede para empurrar a pedra, mas quem a remove é ele. Sempre ELE.
Um abraço a todos e uma maravilhosa e abençoada semana a todos.
A lição foi tirada de uma pregação que fui durante minha pré-adolecência (eu creio), e que embora eu não lembre quem,quando e nem onde foi dito (peço perdão ao pregador por isso), me marcou muito.
A pregação deste "Enviado de Deus" (permita-me chamá-lo assim meu caro pregador), ia acontecendo e creio que ele falava de cura e/ou milagres.
Em um dado momento ele disse, creia que Deus é capaz de transformar a sua vida, esteja você aqui ou não. Deus pode tranformar sua família e até mesmo aquele que você nunca viu nem vai ver.
E então, ele abriu um parênteses na pregação dele e uma fenda em minha cabeça dura. Ele passou a contar que em um outro encontro, orando pela cura das pessoas que alí estavam, ele recebeu de Deus a revelação de uma cura. De uma cura física. E passou a proclamar a cura e pedir que a pessoa glorificasse a Deus e testemunhasse essa cura.
Mas... ninguém se manifestou.
E dizia ele que por mais algumas vezes pediu que a pessoa curada se manifestasse e testemunhasse o amor de Deus, mas foi em vão.
Disse ele que, saiu daquele lugar pensando. Por que a pessoa curada não tinha se manifestado? E aqui peço perdão ao pregador por não lembrar perfeitamente das palavras usadas por ele, mas saiu até pensando se tinha se confundido pensando que aquela tinha sido uma revelação de Deus.
Pois bem, dizia ele, que o tempo passou e mais ou menos uns dois anos depois do ocorrido veio uma pessoa à frente dele contando daquela pregação e que através dela tinha sido curada.
O pregador então achando que aquela pessoa tinha ficado com medo ou vergonha no dia da pregação e perguntou porque não havia se manifestado durante as diversas vezes que ele anunciou a cura durante a pregação.
Foi entao que a pessoa contou que estava em casa deprimida por ter perdido os movimentos de suas pernas e que alguém, ao passar na livraria da paróquia que frequentava, viu a fita da pregação e resolveu levar para ela.
Disse então a pessoa que foi curada, que durante a exibição da fita, foi sentindo o poder de Deus e que este lhe curou completamente e que desde então estava fazendo o que ele pedira na pregação. Testemunhando o milagre acontecido.
Neste dia aprendi que em tudo Deus tem um propósito. Talvés uma música cantada hoje em um Grupo de Oração ou em uma Missa, vai ser fonte de inspiração e cura daqui a um, dois ou dez anos. Da mesma forma, um sorrizo, ou um abraço amigo, pode ser fonte de cura e de benção daqui a dez ou vinte anos. Uma frase dita a alguém hoje, pode se transformar em cura na vida de quem nem conhecemos e talves, nem mesmo aquele, para quem foi a frase foi dita, conheça.
Pensemos nisso. Não devemos fazer as coisas esperando ver o resultado nem desistir da missão só porque ela parece difícil demais ou porque parece não dar frutos.
Como diz a histórinha, Deus nos pede para empurrar a pedra, mas quem a remove é ele. Sempre ELE.
Um abraço a todos e uma maravilhosa e abençoada semana a todos.
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Caminhos Estranhos
A Paz de Cristo a todos!
Mais uma da coleção de lições antigas.
Eu sempre fui bastante maluco, mas com certeza, quando era muleque era bem mais.
Lembro de uma procissão de sexta feira santa em que várias paróquias foram se juntando em procissão pelo caminho, para chegar à Catedral, para uma encenação da paixão de Cristo.
Como disse, eu, muleque, zueira e na procissão, fiquei "chateado" com o ritmo da procissão e quiz ir para o outro lado da estrada com alguns amigos para imprimir o meu próprio ritmo de passo e também para ver o que estava acontecendo, e...
Foi quando conheci um cara que hoje é muito meu amigo e o mais engraçado foi como o conheci.
Não...
Ele não foi acompanhar a gente do outro lado, nem estava na rua para que trombassemos com ele.
Ele estava ajudando a organizar a procissão, e foi sim, dar uma bronca daquelas em mim e nos meus amigos.
Mas foi bom. Aprendi algumas coisas aquele dia e depois, muitas outras vezes. Fui auxiliar dele nas turmas de catequese de crisma que ele era responsável e tantas outras vezes passei tardes conversando com ele e com a mãe dele, que depois de algum tempo descobri que tinha sido minha orientadora na celebração de minha primeira Eucaristia.
Bom, tenho muitos testemunhos legais sobre este cara, mas por hoje quero dizer que foi muito legal conhecê-lo, mesmo que através de uma bronca e...que ele faz parte dos editores deste blog e estou ancioso por ver as publicações que ele está preparando.
Abração mano...
Uma abençoada semana a todos
Mais uma da coleção de lições antigas.
Eu sempre fui bastante maluco, mas com certeza, quando era muleque era bem mais.
Lembro de uma procissão de sexta feira santa em que várias paróquias foram se juntando em procissão pelo caminho, para chegar à Catedral, para uma encenação da paixão de Cristo.
Como disse, eu, muleque, zueira e na procissão, fiquei "chateado" com o ritmo da procissão e quiz ir para o outro lado da estrada com alguns amigos para imprimir o meu próprio ritmo de passo e também para ver o que estava acontecendo, e...
Foi quando conheci um cara que hoje é muito meu amigo e o mais engraçado foi como o conheci.
Não...
Ele não foi acompanhar a gente do outro lado, nem estava na rua para que trombassemos com ele.
Ele estava ajudando a organizar a procissão, e foi sim, dar uma bronca daquelas em mim e nos meus amigos.
Mas foi bom. Aprendi algumas coisas aquele dia e depois, muitas outras vezes. Fui auxiliar dele nas turmas de catequese de crisma que ele era responsável e tantas outras vezes passei tardes conversando com ele e com a mãe dele, que depois de algum tempo descobri que tinha sido minha orientadora na celebração de minha primeira Eucaristia.
Bom, tenho muitos testemunhos legais sobre este cara, mas por hoje quero dizer que foi muito legal conhecê-lo, mesmo que através de uma bronca e...que ele faz parte dos editores deste blog e estou ancioso por ver as publicações que ele está preparando.
Abração mano...
Uma abençoada semana a todos
Escolher a Melhor Parte
O Evangelho de hoje é capaz de nos dizer muita coisa, mas chama muito atenção a frase que Jesus dia à Marta. "Tu te preocupas e andas agitada por muitas coisas".
Em nossos dias somos muitas vezes Martas e quase nunca Marias. Estava pensando hoje no tanto que é difícil sermos Maria.
Não estou com isso dizendo que temos que ser relapsos ou relaxados e deixarmos que o mundo fique de pernas para o ar, com a desculpa de que estamos na igreja, ou que estamos servindo a Deus. Até mesmo, porque não foi isso que Jesus disse naquela ocasião.
O que quero dizer é que, tantas vezes estamos tão atribulados com os nossos a fazeres, com a nossa vida, nosso trabalho, nosso estudo, nossa família, com os negócios, as contas vencendo e tantas outras coisas, que nos esquecemos de parar e ouvir o que Jesus tem para nos dizer.
Quantas vezes saímos da missa e ao pisarmos na rua ficamos pensando:
- Mas o que foi que eu ouvi mesmo?
Quantas vezes vamos dormir com a mente tão cheia que nem lembramos de agradecer por nosso dia, pedir por uma boa noite...
Muitos dizem que os cristãos são relapsos, que só pensam em ficar na igreja e realmente alguns casos são exagerados, mas mesmo nesses casos, será que estamos ouvimos a voz de Cristo? Será que seu ensinamento está nos transformando?
Tanto Marta quanto Maria estavam na mesma casa. As duas ouviam a palavra de Jesus. A diferença é que uma dava atenção e se permitia um momento de "ser". A outra, amava a Jesus tanto quanto a primeira, estava afoita para agradar o seu mestre, mas não o ouvia, não se permitindo ser. Só soube fazer.
Fica o convite para pensarmos sobre isso hoje e... para sermos, antes de sairmos fazendo. Só assim nosso testemunho será completo e dignos de confiança.
A Paz de Cristo a todos e uma ótima semana a todos.
Em nossos dias somos muitas vezes Martas e quase nunca Marias. Estava pensando hoje no tanto que é difícil sermos Maria.
Não estou com isso dizendo que temos que ser relapsos ou relaxados e deixarmos que o mundo fique de pernas para o ar, com a desculpa de que estamos na igreja, ou que estamos servindo a Deus. Até mesmo, porque não foi isso que Jesus disse naquela ocasião.
O que quero dizer é que, tantas vezes estamos tão atribulados com os nossos a fazeres, com a nossa vida, nosso trabalho, nosso estudo, nossa família, com os negócios, as contas vencendo e tantas outras coisas, que nos esquecemos de parar e ouvir o que Jesus tem para nos dizer.
Quantas vezes saímos da missa e ao pisarmos na rua ficamos pensando:
- Mas o que foi que eu ouvi mesmo?
Quantas vezes vamos dormir com a mente tão cheia que nem lembramos de agradecer por nosso dia, pedir por uma boa noite...
Muitos dizem que os cristãos são relapsos, que só pensam em ficar na igreja e realmente alguns casos são exagerados, mas mesmo nesses casos, será que estamos ouvimos a voz de Cristo? Será que seu ensinamento está nos transformando?
Tanto Marta quanto Maria estavam na mesma casa. As duas ouviam a palavra de Jesus. A diferença é que uma dava atenção e se permitia um momento de "ser". A outra, amava a Jesus tanto quanto a primeira, estava afoita para agradar o seu mestre, mas não o ouvia, não se permitindo ser. Só soube fazer.
Fica o convite para pensarmos sobre isso hoje e... para sermos, antes de sairmos fazendo. Só assim nosso testemunho será completo e dignos de confiança.
A Paz de Cristo a todos e uma ótima semana a todos.
11 julho 2010
Presentes de Deus
Este blog surgiu de uma vontade de mostrar as graças e os presentes que Deus nos dá a cada dia. Mas na minha busca de encontrar os belos presentes de Deus não pude deixar de ver também aquilo que o homem fez e que quase sempre destruiu aquilo que Deus havia feito.
É uma pena imaginar, que por mais que tenhamos evoluído e aprendido, a cada nova invenção, a cada nova evolução, o ser humano consegue estar mais longe dos presentes que Deus lhe entregou e mais próximo de uma destruíção de sí mesmo e de toda a sua espécie.
Que Deus nos ilumine a enchergarmos suas maravilhas e nos dê conciência, de que cada um de nossos atos, tem consequências.
A Paz de Cristo a todos e uma ótima semana!
É uma pena imaginar, que por mais que tenhamos evoluído e aprendido, a cada nova invenção, a cada nova evolução, o ser humano consegue estar mais longe dos presentes que Deus lhe entregou e mais próximo de uma destruíção de sí mesmo e de toda a sua espécie.
Que Deus nos ilumine a enchergarmos suas maravilhas e nos dê conciência, de que cada um de nossos atos, tem consequências.
A Paz de Cristo a todos e uma ótima semana!
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Presente de Deus
26 junho 2010
A mesma lição, o mesmo professor, outra sala de aula
A Paz de Jesus meus irmãos.
Um velho amigo, um dia desses, comparava a fé ao futebol, e em época de copa, nada melhor do que a nossa seleção pra ser usada como exemplo. Pois bem, este meu amigo dizia que a fé precisa ser cultivada e que na vida, assim como no futebol, para alcançar os objetivos, é preciso treinar, se dedicar. Como dizia ele, tomar a sua cruz a cada dia e seguir.
Foi uma lição muito valiosa, mas no último jogo de nossa seleção pelas eliminatórias da copa deste ano, jogo este que empatamos, outras lições que podem se aplicar à vida da fé foram aprendidas por mim e gostaria de partilhá-las aqui com vocês.
É incrível como Deus está disposto a nos ensinar uma coisa nova a cada segundo, basta estar disposto a ouvir (nem sempre no sentido literal da palavra).
Esta lição mesmo, eu a recebi durante o já citado jogo. Assim como em muitas outras empresas, na empresa onde trabalho, assistimos o jogo todos juntos em um canto do andar que trabalhamos e como o jogo estava tenso, muitos comentários foram se tecendo, mas no meio de tudo aquilo começou a me chamar a atenção, como aquela seleção era parecida com tantas outras coisas que vivemos, entre elas a nossa vida em comunidade.
Começou a me chamar atenção, como aqueles homens que estava na arena (campo), sentiam falta de um de seus companheiros e das coisas que este costumava fazer, da mesma forma como nós tantas vezes sentimos falta de pessoas que por tanto tempo estiveram conosco e que sempre quando pensávamos em quem poderia nos ajudar em algo, sua imagem saltava em nossas mentes como um filme. No entanto, hoje, por algum motivo, temporário ou permanente, não estão conosco quando mais precisamos delas.
Outra coisa que me chamou muito a atenção também é como nestes momentos, sempre surge alguém, que tenta, da melhor forma que consegue, fazer o papel daquele que está ausente. E o mais intrigante, é que nem sempre, ou melhor, quase nunca, este alguém que busca resolver o problema com as forças que por vezes nem tem, é o melhor, o mais preparado, ou o indicado para desempenhar aquela função.
Alguns outros, vendo que já não têm mais forças, já não aguentam mais e pedem pra sair (como diria o capitão Nascimento), mas enquanto estão dentro lutam com o que ainda tem, com o que ainda lhes resta, quase que pedindo, embora mudos, que pelo amor de Deus alguém lhes ajude a continuar. E nesta situação lembro bem de pessoas, que tendo a sua fé (por vezes ainda pequena) espezinhadas, lutaram pra não serem esmagadas pelo rolo compressor do fazer que tantas vezes ameaçavam lhes engolir. Infelizmente muitos não suportaram e caíram. Peço a Deus todos os dias que sejam restaurados e tenha sua força reestabelecida.
Os jogadores que nem sequer "pegaram" na bola, também me fizeram pensar que na vida da comunidade, temos muitos que por vezes são julgados inferiores ou menos importantes, simplesmente porque não têm tanto destaque quanto outros. E muitas vezes até nos esquecemos que eles estão ali, mas o que seria de uma banda sem seus holding, ou como nos sentiríamos se chegássemos à comunidade e as luzes estivessem apagadas, o chão sujo, os bancos quebrados, o altar desarrumado...Será que já pensamos nisso?
Sei que vou ser criticado por esta comparação que farei agora, mas foi esta a imagem que veio a mim, então é ela que vou usar. Desculpem-me. Mas, o técnico desesperado, gritando, fazendo gestos, indo para frente e para trás, nesta comparação é semelhante ao nosso Deus, que fica buscando de todas as formas nos mostrar o que fazer, por onde ir, como chegar, mas que por ter nos dado o direito de escolher e decidir, não pode interferir na vida humana, assim como um técnico, que não pode entrar em campo para jogar com o seu time.
Já os milhões de torcedores que riem, choram, gritam gol mesmo sem ser (eu gritei), podem ser comparados aos anjos, os quais não vemos, não sabemos seus nomes, quase sempre não lembramos que estão ao nosso lado, mas, que mesmo assim, nunca deixam de, segundo a ordem de Deus, nos guardar e livrar do mal.
Muitas outras comparações poderiam ser feitas de forma que creio serem muito ricas, mas seriam delongas demasiadas em torno de um assunto já quase esgotado. Quase, porque tem ainda uma última comparação que me parece importante ser feita. Ao ver o goleiro da seleção, mesmo machucado, com uma tala, ou sabe Deus (e os médicos) o que era aquilo, ainda assim não tinha medo de ir defender o seu gol, muitas vezes até de forma muito arriscada. Esse empenho, essa certeza, essa decisão deveria estar em nossos corações cristãos, a cada vez que temos a oportunidade de SERMOS CRISTÃOS. É com esse afinco e esse amor, que nós deveríamos defender nosso Cristo e nossa fé. Não de forma violenta ou ofensiva, mas sim fazendo o que Cristo pediu e mais do isso, ensinou a fazer, fazendo. AMANDO.
Fiquem todos na Paz de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo.
Lembremo-nos que amar é arriscado e perigoso e que exige uma decisão plena.
Amemo-nos uns aos outros assim como ele nos amou.
Um velho amigo, um dia desses, comparava a fé ao futebol, e em época de copa, nada melhor do que a nossa seleção pra ser usada como exemplo. Pois bem, este meu amigo dizia que a fé precisa ser cultivada e que na vida, assim como no futebol, para alcançar os objetivos, é preciso treinar, se dedicar. Como dizia ele, tomar a sua cruz a cada dia e seguir.
Foi uma lição muito valiosa, mas no último jogo de nossa seleção pelas eliminatórias da copa deste ano, jogo este que empatamos, outras lições que podem se aplicar à vida da fé foram aprendidas por mim e gostaria de partilhá-las aqui com vocês.
É incrível como Deus está disposto a nos ensinar uma coisa nova a cada segundo, basta estar disposto a ouvir (nem sempre no sentido literal da palavra).
Esta lição mesmo, eu a recebi durante o já citado jogo. Assim como em muitas outras empresas, na empresa onde trabalho, assistimos o jogo todos juntos em um canto do andar que trabalhamos e como o jogo estava tenso, muitos comentários foram se tecendo, mas no meio de tudo aquilo começou a me chamar a atenção, como aquela seleção era parecida com tantas outras coisas que vivemos, entre elas a nossa vida em comunidade.
Começou a me chamar atenção, como aqueles homens que estava na arena (campo), sentiam falta de um de seus companheiros e das coisas que este costumava fazer, da mesma forma como nós tantas vezes sentimos falta de pessoas que por tanto tempo estiveram conosco e que sempre quando pensávamos em quem poderia nos ajudar em algo, sua imagem saltava em nossas mentes como um filme. No entanto, hoje, por algum motivo, temporário ou permanente, não estão conosco quando mais precisamos delas.
Outra coisa que me chamou muito a atenção também é como nestes momentos, sempre surge alguém, que tenta, da melhor forma que consegue, fazer o papel daquele que está ausente. E o mais intrigante, é que nem sempre, ou melhor, quase nunca, este alguém que busca resolver o problema com as forças que por vezes nem tem, é o melhor, o mais preparado, ou o indicado para desempenhar aquela função.
Alguns outros, vendo que já não têm mais forças, já não aguentam mais e pedem pra sair (como diria o capitão Nascimento), mas enquanto estão dentro lutam com o que ainda tem, com o que ainda lhes resta, quase que pedindo, embora mudos, que pelo amor de Deus alguém lhes ajude a continuar. E nesta situação lembro bem de pessoas, que tendo a sua fé (por vezes ainda pequena) espezinhadas, lutaram pra não serem esmagadas pelo rolo compressor do fazer que tantas vezes ameaçavam lhes engolir. Infelizmente muitos não suportaram e caíram. Peço a Deus todos os dias que sejam restaurados e tenha sua força reestabelecida.
Os jogadores que nem sequer "pegaram" na bola, também me fizeram pensar que na vida da comunidade, temos muitos que por vezes são julgados inferiores ou menos importantes, simplesmente porque não têm tanto destaque quanto outros. E muitas vezes até nos esquecemos que eles estão ali, mas o que seria de uma banda sem seus holding, ou como nos sentiríamos se chegássemos à comunidade e as luzes estivessem apagadas, o chão sujo, os bancos quebrados, o altar desarrumado...Será que já pensamos nisso?
Sei que vou ser criticado por esta comparação que farei agora, mas foi esta a imagem que veio a mim, então é ela que vou usar. Desculpem-me. Mas, o técnico desesperado, gritando, fazendo gestos, indo para frente e para trás, nesta comparação é semelhante ao nosso Deus, que fica buscando de todas as formas nos mostrar o que fazer, por onde ir, como chegar, mas que por ter nos dado o direito de escolher e decidir, não pode interferir na vida humana, assim como um técnico, que não pode entrar em campo para jogar com o seu time.
Já os milhões de torcedores que riem, choram, gritam gol mesmo sem ser (eu gritei), podem ser comparados aos anjos, os quais não vemos, não sabemos seus nomes, quase sempre não lembramos que estão ao nosso lado, mas, que mesmo assim, nunca deixam de, segundo a ordem de Deus, nos guardar e livrar do mal.
Muitas outras comparações poderiam ser feitas de forma que creio serem muito ricas, mas seriam delongas demasiadas em torno de um assunto já quase esgotado. Quase, porque tem ainda uma última comparação que me parece importante ser feita. Ao ver o goleiro da seleção, mesmo machucado, com uma tala, ou sabe Deus (e os médicos) o que era aquilo, ainda assim não tinha medo de ir defender o seu gol, muitas vezes até de forma muito arriscada. Esse empenho, essa certeza, essa decisão deveria estar em nossos corações cristãos, a cada vez que temos a oportunidade de SERMOS CRISTÃOS. É com esse afinco e esse amor, que nós deveríamos defender nosso Cristo e nossa fé. Não de forma violenta ou ofensiva, mas sim fazendo o que Cristo pediu e mais do isso, ensinou a fazer, fazendo. AMANDO.
Fiquem todos na Paz de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo.
Lembremo-nos que amar é arriscado e perigoso e que exige uma decisão plena.
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13 junho 2010
Depois deste testemunho, não tenho nada a dizer.
Escutem. Muito legal!!!
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Meu Computador
A Paz de Cristo meus irmãos.
Boa parte do que faço tem relação direta ou indireta com um computador, seja no trabalho, em casa ou na escola. Pois bem, há pouco tempo, fiquei sem o computador em casa pois o meu queimou e após alguns dias recebi de um amigo um favor, o empréstimo do note dele para que pudesse me conectar à net e fazer algumas coisas que eu preciso, entre elas, postar aqui neste blog.
O assunto que vou tratar hoje não tem nada a ver com este gesto de amizade, o qual não deixo de agradecer, mas tem a ver com o motivo que causou a perda do meu computador. Uma instabilidade elétrica.
Devem estar pensando o que uma descarga elétrica pode ter a ver com um blog sobre lições de vida, mas tem sim e eu já vou começar a me explicar. Nossa vida é bastante parecida com este meu ex-computador, no sentido de que qualquer coisa é suficiente para nos tirar do rumo.
Da mesma forma como a instabilidde elétrica é capaz de causar danos irreversíveis a uma máquina, as instabilidades do mundo que vivemos também são capazes de causar coisas em nossas vidas que não temos noção do tamanho que podem vir a tomar.
O que é mais intrigante, é perceber como uma coisa perfeitamente contornável nos deixa totalmente transtornados em certas situações de nossas vidas. É comparável a uma mudança de tensão. É como se tivessemos ligado um aparelho de 110V a uma rede de 220V e pronto... Está feito o estouro e a destruição. Ou então ficamos como se ligassemos o aparelho 220V a uma rede de 110V e nada funciona. Desanimo, lezeira, desconforto e até coisas piores como por exemplo, fobias e até depressões.
No entanto, da mesma forma como para os aparelhos eletrônicos, estabilizadores e no breaks da vida, também na nossa vida, temos coisas que nos estabilizam. A Fé, a vida em Comunidade, o conhecimento de Deus, a Eucaristia, ...
Estes dons que Deus nos deu, entre muitas outras coisas, são capazes de por nossa mente no lugar e nos guiar quando não sabemos o que fazer.
É tão comum fazermos tudo por instinto, ou por reflexo e depois, quase que invariavelmente, nos arrependemos. Precisamos lembrar que a nossa semelhança com Deus é que nos faz diferentes do animais. Hoje cada vez mais, seja pelo avanço cietífico, seja pelo desejo de satisfação e prazer desenfreado, o ser humano está cada vez mais feliz de ser comparado a um animal e cada vez mais envergonhado de ser imagem e semelhança de Deus.
Sendo assim, surge um importante questionamento que precisamos ser capazes de responder.
Porque cada vez mais queremos ser reconhecidos como humanos enquanto buscamos a proximidade com os não humanos?
Fica o convite para pensarmos a sobre isso. Será que é possível viver longe de Deus? Isso é vida realmente?
Porque viver longe do único que pode por ordem em nossa vida e colocá-la no rumo.
Uma ótima semana a todos e que Deus continue nos abençoando cada dia mais.
Boa parte do que faço tem relação direta ou indireta com um computador, seja no trabalho, em casa ou na escola. Pois bem, há pouco tempo, fiquei sem o computador em casa pois o meu queimou e após alguns dias recebi de um amigo um favor, o empréstimo do note dele para que pudesse me conectar à net e fazer algumas coisas que eu preciso, entre elas, postar aqui neste blog.
O assunto que vou tratar hoje não tem nada a ver com este gesto de amizade, o qual não deixo de agradecer, mas tem a ver com o motivo que causou a perda do meu computador. Uma instabilidade elétrica.
Devem estar pensando o que uma descarga elétrica pode ter a ver com um blog sobre lições de vida, mas tem sim e eu já vou começar a me explicar. Nossa vida é bastante parecida com este meu ex-computador, no sentido de que qualquer coisa é suficiente para nos tirar do rumo.
Da mesma forma como a instabilidde elétrica é capaz de causar danos irreversíveis a uma máquina, as instabilidades do mundo que vivemos também são capazes de causar coisas em nossas vidas que não temos noção do tamanho que podem vir a tomar.
O que é mais intrigante, é perceber como uma coisa perfeitamente contornável nos deixa totalmente transtornados em certas situações de nossas vidas. É comparável a uma mudança de tensão. É como se tivessemos ligado um aparelho de 110V a uma rede de 220V e pronto... Está feito o estouro e a destruição. Ou então ficamos como se ligassemos o aparelho 220V a uma rede de 110V e nada funciona. Desanimo, lezeira, desconforto e até coisas piores como por exemplo, fobias e até depressões.
No entanto, da mesma forma como para os aparelhos eletrônicos, estabilizadores e no breaks da vida, também na nossa vida, temos coisas que nos estabilizam. A Fé, a vida em Comunidade, o conhecimento de Deus, a Eucaristia, ...
Estes dons que Deus nos deu, entre muitas outras coisas, são capazes de por nossa mente no lugar e nos guiar quando não sabemos o que fazer.
É tão comum fazermos tudo por instinto, ou por reflexo e depois, quase que invariavelmente, nos arrependemos. Precisamos lembrar que a nossa semelhança com Deus é que nos faz diferentes do animais. Hoje cada vez mais, seja pelo avanço cietífico, seja pelo desejo de satisfação e prazer desenfreado, o ser humano está cada vez mais feliz de ser comparado a um animal e cada vez mais envergonhado de ser imagem e semelhança de Deus.
Sendo assim, surge um importante questionamento que precisamos ser capazes de responder.
Porque cada vez mais queremos ser reconhecidos como humanos enquanto buscamos a proximidade com os não humanos?
Fica o convite para pensarmos a sobre isso. Será que é possível viver longe de Deus? Isso é vida realmente?
Porque viver longe do único que pode por ordem em nossa vida e colocá-la no rumo.
Uma ótima semana a todos e que Deus continue nos abençoando cada dia mais.
06 junho 2010
O Medo
A paz irmãos!
Primeiramente, agradeço a Deus por me dar essa oportunidade de acordar um pouco inspirada para poder escrever esse texto, pois não foi nada fácil, estou a mais de cinco meses para finalizar e nada.
Hoje me peguei a pensar o quanto o medo interfere em realizarmos nossos sonhos.
Fico imaginando porque temos tanto medo das coisas, medo de ir em busca de novas oportunidades, medo de dirigir, medo de ajudar nas pastorais de nossa própria paróquia e medo até de nos declararmos para a pessoa amada, e falo isso por experiênica própria, pois vivi isso e vou contar um breve testemunho:
Eu tinha um amigo, aliás, era o meu melhor amigo, depois de algum tempo percebi que não estava mais sentindo amizade por ele e sim amando-o, mais o medo foi mais forte que esse sentimento e não permitiu que eu falasse para ele o que estava sentindo. Meu amigo precisou ir para longe e depois de um tempo se declarar, pois ele passou o mesmo que passei, mas, teve coragem e se declarou, e enfim, depois de tanto medo, começamos a namorar.
Estou escrevendo isso, porque se não enfretarmos o nosso medo, nada conseguiriamos e poderia até ser que nem tivesse mais contato com esse amigo que agora é meu noivo.
As vezes, o medo nos impede de desabafarmos com um amigo ou até mesmo um familiar.
Um dia, um professor disse uma frase, que por mais forte ou preocupante que seja, nos ajuda a ver a vida com outros olhos.
A frase era, "Para que o medo, se o nosso destino é a morte". Sabemos que todos um dia morreremos, mas porque não pensarmos nesta frase de uma outra maneira e a reescrevemos dessa forma: "Para que o medo, se temos um Deus em quem podemos confiar".
Podemos ver o medo de Pedro ao tentar atravessar o mar. Só Deus pode nos encorajar para deixarmos o medo e a insegurança de lado e ir em busca de nossos sonhos.
O medo não nos traz vantagem nenhuma, pelo contrario, só faz perdermos oportunidades de conseguimos o que desejamos.
Por isso, deixo um desafio. Sempre que o medo quizer invadir nossos sonhos ou algo que somos capazes de concretizar, vamos enfretá-lo com toda confiança em Deus, pois somente ele vem nos dizer: "coragem filho, você consegue".
Tenha sempre essa certeza no seu coração e não deixe que o medo seja um empecilho na sua vida e sim um desafio que te leve a vitória.
Que a alegria do senhor seja nossa força.
Primeiramente, agradeço a Deus por me dar essa oportunidade de acordar um pouco inspirada para poder escrever esse texto, pois não foi nada fácil, estou a mais de cinco meses para finalizar e nada.
Hoje me peguei a pensar o quanto o medo interfere em realizarmos nossos sonhos.
Fico imaginando porque temos tanto medo das coisas, medo de ir em busca de novas oportunidades, medo de dirigir, medo de ajudar nas pastorais de nossa própria paróquia e medo até de nos declararmos para a pessoa amada, e falo isso por experiênica própria, pois vivi isso e vou contar um breve testemunho:
Eu tinha um amigo, aliás, era o meu melhor amigo, depois de algum tempo percebi que não estava mais sentindo amizade por ele e sim amando-o, mais o medo foi mais forte que esse sentimento e não permitiu que eu falasse para ele o que estava sentindo. Meu amigo precisou ir para longe e depois de um tempo se declarar, pois ele passou o mesmo que passei, mas, teve coragem e se declarou, e enfim, depois de tanto medo, começamos a namorar.
Estou escrevendo isso, porque se não enfretarmos o nosso medo, nada conseguiriamos e poderia até ser que nem tivesse mais contato com esse amigo que agora é meu noivo.
As vezes, o medo nos impede de desabafarmos com um amigo ou até mesmo um familiar.
Um dia, um professor disse uma frase, que por mais forte ou preocupante que seja, nos ajuda a ver a vida com outros olhos.
A frase era, "Para que o medo, se o nosso destino é a morte". Sabemos que todos um dia morreremos, mas porque não pensarmos nesta frase de uma outra maneira e a reescrevemos dessa forma: "Para que o medo, se temos um Deus em quem podemos confiar".
Podemos ver o medo de Pedro ao tentar atravessar o mar. Só Deus pode nos encorajar para deixarmos o medo e a insegurança de lado e ir em busca de nossos sonhos.
O medo não nos traz vantagem nenhuma, pelo contrario, só faz perdermos oportunidades de conseguimos o que desejamos.
Por isso, deixo um desafio. Sempre que o medo quizer invadir nossos sonhos ou algo que somos capazes de concretizar, vamos enfretá-lo com toda confiança em Deus, pois somente ele vem nos dizer: "coragem filho, você consegue".
Tenha sempre essa certeza no seu coração e não deixe que o medo seja um empecilho na sua vida e sim um desafio que te leve a vitória.
Que a alegria do senhor seja nossa força.
As pedras do caminho
Estava lembrando hoje de um amigo que como qualquer um de nós não é nem de longe alguém perfeito. Chego a dizer que enquanto muitos podem ser chamados de mala ou mala sem alça, ele é literalmente um container sem rodinhas nem guindaste pra issá-lo, mas uma de suas atitudes no passado me serviu de lição hoje.
Lembro quando frequentávamos a mesma comunidade e viviamos em uma espécie de célula de convivência cristã, a qual tinha também o nome de comunidade. Acredito que muitos dos que lerem isso saberão do que estou falando. Mas, voltando ao foco do assunto, participávamos desta comunidade juntos ele, eu e mais alguns amigos, os quais se chamavam de irmãos.
Até então nada de incomum, mas o que me fez lembrar deste amigo hoje foi a dedicação que pude perceber nele em um de seus piores momentos. Nada estava dando certo nesta ocasião e a tendência era que continuasse assim por algum tempo.
É bem verdade que esta situação atingiu e cheio a nossa comunidade que infelizmente acabou se desestruturando com esta situação e deixou de existir, mas lembro-me bem que enquanto isso não ocorreu, mesmo sem nenhuma vontade de estar alí ou de cumprir suas atribuições de animador de nossa comunidade, ele se esforçava como podia para fazê-lo bem.
Ele nunca me disse nada a respeito, mas creio que por diversas vezes ele conduziu nossas orações com uma imensa vontade de sumir, ou melhor, de nos mandar sumir da casa dele, mas ainda assim estava lá, aceitando sua missão enquanto ela lhe pertencia.
Hoje parei para pensar naquela atitude e em quantas vezes desistimos de algo somente porque um obstáculo se colocou em nosso caminho.
Precisamos ser mais coerentes com nós mesmos. É preciso percebermos que nossas atitudes têm reflexos. Pode parecer maluquice, mas uma palavra mal falada pode causar uma guerra. Da mesma forma, uma simples desistência ou resistência pode impedir que nosso irmão se converta ou o que é ainda pior, pode arrancar a fé daqueles que esperam de nós o testemunho e o exemplo de como seguir em frente.
Fica para nós hoje um conivite a fortalecermos nossa fé e nossas mentes para não cairmos na tentação de desistirmos de nossas atribuições perante os obstáculos que a vida nos oferece para nos ensinar e fortalecer.
A Paz de Cristo a todos e uma ótima semana a todos
Lembro quando frequentávamos a mesma comunidade e viviamos em uma espécie de célula de convivência cristã, a qual tinha também o nome de comunidade. Acredito que muitos dos que lerem isso saberão do que estou falando. Mas, voltando ao foco do assunto, participávamos desta comunidade juntos ele, eu e mais alguns amigos, os quais se chamavam de irmãos.
Até então nada de incomum, mas o que me fez lembrar deste amigo hoje foi a dedicação que pude perceber nele em um de seus piores momentos. Nada estava dando certo nesta ocasião e a tendência era que continuasse assim por algum tempo.
É bem verdade que esta situação atingiu e cheio a nossa comunidade que infelizmente acabou se desestruturando com esta situação e deixou de existir, mas lembro-me bem que enquanto isso não ocorreu, mesmo sem nenhuma vontade de estar alí ou de cumprir suas atribuições de animador de nossa comunidade, ele se esforçava como podia para fazê-lo bem.
Ele nunca me disse nada a respeito, mas creio que por diversas vezes ele conduziu nossas orações com uma imensa vontade de sumir, ou melhor, de nos mandar sumir da casa dele, mas ainda assim estava lá, aceitando sua missão enquanto ela lhe pertencia.
Hoje parei para pensar naquela atitude e em quantas vezes desistimos de algo somente porque um obstáculo se colocou em nosso caminho.
Precisamos ser mais coerentes com nós mesmos. É preciso percebermos que nossas atitudes têm reflexos. Pode parecer maluquice, mas uma palavra mal falada pode causar uma guerra. Da mesma forma, uma simples desistência ou resistência pode impedir que nosso irmão se converta ou o que é ainda pior, pode arrancar a fé daqueles que esperam de nós o testemunho e o exemplo de como seguir em frente.
Fica para nós hoje um conivite a fortalecermos nossa fé e nossas mentes para não cairmos na tentação de desistirmos de nossas atribuições perante os obstáculos que a vida nos oferece para nos ensinar e fortalecer.
A Paz de Cristo a todos e uma ótima semana a todos
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Muitos deixam sua vida
Em troca só de sofrimento
Na busca de felicidade
Trocam sua paz por tormento
Ignoram a tudo e a todos
Roubam e matam sem dó
Apenas para poderem
Sofrer outra vez. Ficar só
De tudo que tinham na vida
Apenas a morte restou
As vezes quero esquecer
Grunhidos e choros de dor
Urros que a morte me tras
Lembranças de um tempo de horror
Hoje sei que não dá pra esquecer
Amar tudo é o que me restou
Em troca só de sofrimento
Na busca de felicidade
Trocam sua paz por tormento
Ignoram a tudo e a todos
Roubam e matam sem dó
Apenas para poderem
Sofrer outra vez. Ficar só
De tudo que tinham na vida
Apenas a morte restou
As vezes quero esquecer
Grunhidos e choros de dor
Urros que a morte me tras
Lembranças de um tempo de horror
Hoje sei que não dá pra esquecer
Amar tudo é o que me restou
Sinto um enorme vazio
A invadir o meu ser
Covarde e velho espírito
Reluta até em viver
Inflama minh'alma de novo
Fico inquieto a pedir
Inicio e fim de outro dia
Correndo qual rio ou sangria
Impedem de ver a alegria
O meu coração a falhar
Porém sempre ouvi dizer
E hoje eu desejo crer
Rico e feliz é quem viu
Foi tocado e assim sentiu
Este amor peregrino
Imenso e tão pequenino
Teu Corpo e Teu Sangue Divino
O alimento que me fez viver
A invadir o meu ser
Covarde e velho espírito
Reluta até em viver
Inflama minh'alma de novo
Fico inquieto a pedir
Inicio e fim de outro dia
Correndo qual rio ou sangria
Impedem de ver a alegria
O meu coração a falhar
Porém sempre ouvi dizer
E hoje eu desejo crer
Rico e feliz é quem viu
Foi tocado e assim sentiu
Este amor peregrino
Imenso e tão pequenino
Teu Corpo e Teu Sangue Divino
O alimento que me fez viver
Intro
Rompe com som de instrumetos
O silêncio que doi em minh'alma
Sinto um calor em meu peito
Avanço em busca de calma
Depois deste inverno de medo
Encontrarei quem conhece todo segredo
Sempre busquei encontrar
Alguém que pudesse me amar
Romper a barreira de dor
Olhar além do meu penar
Nortear-me rumo ao seu amor
Instrumentos que chamam pra guerra
Não travada entre nações
Travada sim no coração
Rompendo com a luz da aurora
O medo de cada irmão
O silêncio que doi em minh'alma
Sinto um calor em meu peito
Avanço em busca de calma
Depois deste inverno de medo
Encontrarei quem conhece todo segredo
Sempre busquei encontrar
Alguém que pudesse me amar
Romper a barreira de dor
Olhar além do meu penar
Nortear-me rumo ao seu amor
Instrumentos que chamam pra guerra
Não travada entre nações
Travada sim no coração
Rompendo com a luz da aurora
O medo de cada irmão
Soldados em ordem de batalha
Neste Congresso Eucarístico vivi muitas coisas muito boas que quero levar comigo pelo resto de minha vida, mas alguns momentos em especial me marcaram muito.
Primeiramente estar de férias nos dias do Congresso para poder participar, já que só foi possível por causa de alguns contratempos que acabaram se tornando muito providênciais.
Outra coisa que me marcou bastante, foi na viagem para o Congresso, ter vindo no mesmo voo que o pároco que me ensinou quase tudo o que sei hoje da fé cristã. Receber sua benção para o congresso então, foi um presente maravilhoso.
Ter participado do Congresso com a minha noiva também foi uma enorme benção e claro, passar quatro dias junto de Cristo e "aprendendo a lição do altar", não tem descrição.
Mas o que mais me marcou durante o congresso inteiro foi a ida para a missa de encerramento do Congresso. Desde o momento em que pegamos o metrô para ir à missa de encerramento, uma coisa já me chamava atenção.
Parecia que uma convocação tinha chegado aos ouvidos de milhares de soldados, que todos fardados, iam em direção ao quartel ouvir as ordens de seu general.
Ao chegar na esplanada dos ministérios (local da missa) então, era algo ainda não visto por mim antes. Um altar erguido à Eucarístia e por todo lado que se olhasse, pessoas indo em direção a este altar. Sob um sol de mais ou menos 38º, com a decisão e a certeza de sua fé e da importância da Eucarístia em suas vidas.
Eram pessoas de todos os lugares do Brasil. Todos os rostos, todos os estados, todos os sotaques, todas as cores, todos em direção a um mesmo lugar, todos com a atenção voltada para o mesmo ponto, para a Eucarístia, para o Corpo e Sangue de seu Deus, de Jesus.
Durante a missa, cada segundo demonstrava o poder de Deus e a confiança do povo. Era muito bonito ver que a Eucarístia não era algo abstrato naquelas vidas.
Vidas de pessoas de idade, embaixo daquele sol que mais do que maltratar o corpo fortalecia a alma, enquanto dava oportunidade aos idosos para demonstrar a força que a Eucaristia é capaz de dar a todos e aos jovens, a caridade que a Eucarístia é capaz de produzir ao emprestar suas cadeiras, águas e guarda-chuvas para os idosos que alí estavam.
Uma coisa que sempre me chamou atenção é como os soldados se defendem uns aos outros no intento de alcançar o objetivo do grupo. Da mesma forma aqueles que lá estavam, defendiam uns ao outros, em busca também de um único ideal. A Eucarístia.
Que a eucarístia nos ensine a sermos fiéis soldados seus e nos ensine a testemunharmos no mundo e não só dentro das paredes do templo, este amor que só Deus é capaz de fazer crescer em nossos corações.
A Paz de Cristo e a força da Eucarístia a todos.
Primeiramente estar de férias nos dias do Congresso para poder participar, já que só foi possível por causa de alguns contratempos que acabaram se tornando muito providênciais.
Outra coisa que me marcou bastante, foi na viagem para o Congresso, ter vindo no mesmo voo que o pároco que me ensinou quase tudo o que sei hoje da fé cristã. Receber sua benção para o congresso então, foi um presente maravilhoso.
Ter participado do Congresso com a minha noiva também foi uma enorme benção e claro, passar quatro dias junto de Cristo e "aprendendo a lição do altar", não tem descrição.
Mas o que mais me marcou durante o congresso inteiro foi a ida para a missa de encerramento do Congresso. Desde o momento em que pegamos o metrô para ir à missa de encerramento, uma coisa já me chamava atenção.
Parecia que uma convocação tinha chegado aos ouvidos de milhares de soldados, que todos fardados, iam em direção ao quartel ouvir as ordens de seu general.
Ao chegar na esplanada dos ministérios (local da missa) então, era algo ainda não visto por mim antes. Um altar erguido à Eucarístia e por todo lado que se olhasse, pessoas indo em direção a este altar. Sob um sol de mais ou menos 38º, com a decisão e a certeza de sua fé e da importância da Eucarístia em suas vidas.
Eram pessoas de todos os lugares do Brasil. Todos os rostos, todos os estados, todos os sotaques, todas as cores, todos em direção a um mesmo lugar, todos com a atenção voltada para o mesmo ponto, para a Eucarístia, para o Corpo e Sangue de seu Deus, de Jesus.
Durante a missa, cada segundo demonstrava o poder de Deus e a confiança do povo. Era muito bonito ver que a Eucarístia não era algo abstrato naquelas vidas.
Vidas de pessoas de idade, embaixo daquele sol que mais do que maltratar o corpo fortalecia a alma, enquanto dava oportunidade aos idosos para demonstrar a força que a Eucaristia é capaz de dar a todos e aos jovens, a caridade que a Eucarístia é capaz de produzir ao emprestar suas cadeiras, águas e guarda-chuvas para os idosos que alí estavam.
Uma coisa que sempre me chamou atenção é como os soldados se defendem uns aos outros no intento de alcançar o objetivo do grupo. Da mesma forma aqueles que lá estavam, defendiam uns ao outros, em busca também de um único ideal. A Eucarístia.
Que a eucarístia nos ensine a sermos fiéis soldados seus e nos ensine a testemunharmos no mundo e não só dentro das paredes do templo, este amor que só Deus é capaz de fazer crescer em nossos corações.
A Paz de Cristo e a força da Eucarístia a todos.
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XVI Congresso Eucarístico Nacional
O Amor é Sua lei
Fala-se muito hoje em dia sobre como melhorar as leis para que as mesmas sejam realmente efetivas para as necessidades do mundo de hoje com suas nova tecnologias.
Armas sofisticadas, internet sendo usada como forma de disseminar o crime, combinar brigas, estorquir e fraudar, famílias se matando por dinheiro, o valor da vida sendo reduzido a nada em um mundo onde se mata por um desentendimento no transito ou porque o volume do som está muito alto, ou baixo. E tantos outros motivos que levam até mesmo a nós cristãos, que acreditamos em Deus e em seu amor, a pensarmos que realmente não tem mais jeito, que tudo está perdido e que nada vai dar conta de reestabelecer a ordem e a harmonia que as coisas tinham quando Deus as fez.
Mas também neste momento, somos convidados a penasar nas palavras de Paulo em sua carta ao Gálatas no capítulo 5:
Contra o amor não há lei.
E se pensarmos realmente nestas palavras, veremos que já naquele tempo o apóstolo tinha a resposta para os nossos anseios de hoje. Se colocarmos o amor acima de tudo, todos estes problemas desaparecerão e a ordem e a paz será reestabelecida a este nosso mundo.
Cabe ressaltar, que aqui não falamos do amor carnal, que é sim importante dentro de uma vida conjugal, mas que não é capaz de responder a estes anseios aqui colocados. O amor do qual fala o apóstolo Paulo e ao qual nos referimos é o mesmo amor anunciado por Jesus. O amor capaz de reconhecer um esforço, capaz de ver para além das dificuldades e capaz de amar o pecador mesmo rechaçando o pecado.
O amor que deve nos guiar é o amor capaz de olhar para o irmão e reconhecer nele alguém com a mesma dignidade que nós temos, salvo pelo mesmo Cristo e filho do mesmo Deus.
Quando pudermos olhar nossos semelhantes com tal amor, não teremos coragem de desejar a morte de ninguém, não seremos capazes de matar em troca de alguns trocados, não seremos frios a ponto de tentarmos obter vantagem em tudo e sobre todos, nos aproveitando da miséria dos outros para conseguirmos vencer.
É incrível e muitas vezes difícil de acreditar que no mundo de hoje, onde a tecnologia e o desenvolvimento (social, econômico, científico, tecnológico etc) são colocados como os maiores bens da sociedade, uma receita tão antiga e tão simples seja a única solução real e efetiva para os nossos problemas e nossos anseios mais profundos.
Infelizmente hoje o ser humano se esqueceu do sentido da vida. Perdeu a noção do porque está no mundo. Não acha mais em seu interior a resposta para a principal pergunta que desde sempre tem permeado o coração da humanidade e guiado aqueles que a conseguem responder.
Nos dias atuais, o barulho do mundo e as inquietações provocadas pelo desenvolvimento e pela necessidade de não ficar para traz a capacidade de parar e pensar se nossos rumos são condizentes com nossos preceitos.
Poucos de nós hoje conseguimos responder o "porque estamos neste mundo, o que viemos fazer aqui e porque recebemos um dom tão precioso como a vida.
Isso nos leva muitas vezes a ter uma vida dupla, onde desempenhamos um papel dentro de nossas comunidades e outro em nossos trabalhos / estudos.
Em nenhum momento quero passar a impressão de que o conhecimento, a ciência e o desenvolvimento é ruim, muito pelo contrário, ele torna possível inclusive a existência de novas formas de evangelização, mas o que não podemos é deixar que o desenvolvimento nos tire a capacidade de olharmos para dentro de nós mesmos e vermos que o amor de Deus é a única coisa capaz de nos fazer vencer os desafios de nossos dias atuais.
Que Deus nos ajude a termos esse amor uns pelos outros e nos ajude a entendermos o real sentido de nossas vidas e o porque Deus nos concedeu o dom da vida.
A Paz de Cristo a todos e que o amor de Deus nos contagie para que também amemos uns aos outros como ele mesmo nos amou.
Armas sofisticadas, internet sendo usada como forma de disseminar o crime, combinar brigas, estorquir e fraudar, famílias se matando por dinheiro, o valor da vida sendo reduzido a nada em um mundo onde se mata por um desentendimento no transito ou porque o volume do som está muito alto, ou baixo. E tantos outros motivos que levam até mesmo a nós cristãos, que acreditamos em Deus e em seu amor, a pensarmos que realmente não tem mais jeito, que tudo está perdido e que nada vai dar conta de reestabelecer a ordem e a harmonia que as coisas tinham quando Deus as fez.
Mas também neste momento, somos convidados a penasar nas palavras de Paulo em sua carta ao Gálatas no capítulo 5:
Contra o amor não há lei.
E se pensarmos realmente nestas palavras, veremos que já naquele tempo o apóstolo tinha a resposta para os nossos anseios de hoje. Se colocarmos o amor acima de tudo, todos estes problemas desaparecerão e a ordem e a paz será reestabelecida a este nosso mundo.
Cabe ressaltar, que aqui não falamos do amor carnal, que é sim importante dentro de uma vida conjugal, mas que não é capaz de responder a estes anseios aqui colocados. O amor do qual fala o apóstolo Paulo e ao qual nos referimos é o mesmo amor anunciado por Jesus. O amor capaz de reconhecer um esforço, capaz de ver para além das dificuldades e capaz de amar o pecador mesmo rechaçando o pecado.
O amor que deve nos guiar é o amor capaz de olhar para o irmão e reconhecer nele alguém com a mesma dignidade que nós temos, salvo pelo mesmo Cristo e filho do mesmo Deus.
Quando pudermos olhar nossos semelhantes com tal amor, não teremos coragem de desejar a morte de ninguém, não seremos capazes de matar em troca de alguns trocados, não seremos frios a ponto de tentarmos obter vantagem em tudo e sobre todos, nos aproveitando da miséria dos outros para conseguirmos vencer.
É incrível e muitas vezes difícil de acreditar que no mundo de hoje, onde a tecnologia e o desenvolvimento (social, econômico, científico, tecnológico etc) são colocados como os maiores bens da sociedade, uma receita tão antiga e tão simples seja a única solução real e efetiva para os nossos problemas e nossos anseios mais profundos.
Infelizmente hoje o ser humano se esqueceu do sentido da vida. Perdeu a noção do porque está no mundo. Não acha mais em seu interior a resposta para a principal pergunta que desde sempre tem permeado o coração da humanidade e guiado aqueles que a conseguem responder.
Nos dias atuais, o barulho do mundo e as inquietações provocadas pelo desenvolvimento e pela necessidade de não ficar para traz a capacidade de parar e pensar se nossos rumos são condizentes com nossos preceitos.
Poucos de nós hoje conseguimos responder o "porque estamos neste mundo, o que viemos fazer aqui e porque recebemos um dom tão precioso como a vida.
Isso nos leva muitas vezes a ter uma vida dupla, onde desempenhamos um papel dentro de nossas comunidades e outro em nossos trabalhos / estudos.
Em nenhum momento quero passar a impressão de que o conhecimento, a ciência e o desenvolvimento é ruim, muito pelo contrário, ele torna possível inclusive a existência de novas formas de evangelização, mas o que não podemos é deixar que o desenvolvimento nos tire a capacidade de olharmos para dentro de nós mesmos e vermos que o amor de Deus é a única coisa capaz de nos fazer vencer os desafios de nossos dias atuais.
Que Deus nos ajude a termos esse amor uns pelos outros e nos ajude a entendermos o real sentido de nossas vidas e o porque Deus nos concedeu o dom da vida.
A Paz de Cristo a todos e que o amor de Deus nos contagie para que também amemos uns aos outros como ele mesmo nos amou.
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Tributo a um amigo
Desde muito cedo, aprendi contigo diversas coisas. Desde como fazer as propostas certas nos momentos certos até entender que todos somos humanos e por mais fiéis que sejamos a um ideal, podemos cair em dados momentos e trairmos nossas próprias convicções.
Aprendi também que nestes momentos, temos que fazer nossa fé e nossa obediência serem nossas armas para, mesmo contrariados, nos mantermos abaixo da vontade de Deus.
Lembro até hoje de um dia, que como todo adolecente nos dias em que é tocado pelo amor de Deus, estava louco para fazer algo para que outros também o fossem e fizemos (em mais alguns amigos), "uma proposta indecorosa". Calma, propusemos um show (MUITO caro) e levamos uma bronca por fazermos uma proposta dessas sem termos nada para oferecermos a estes jovens depois.
Muitas outras coisas vividas nesta paróquia estão em meu coração e vou carregá-las comigo pelos meus caminhos.
Muitas vezes achei exageradas algumas coisas, tantas outras, consegui entender a lição por tras do que considerei a princípio um exagero. Mas o que posso dizer com certeza é que acima de tudo, hoje, graças a deus e a estas lições, posso ver que sou alguém um pouco melhor do que seria sem elas.
É também muito bom saber que Deus está guiando meus passos pelo seu caminho e fazendo cada vez mais a sua obra em minha vida através do perdão e da misericórdia que vem do sangüe de seu filho.
Ao final destas poucas linhas, o que gostaria de dizer a este meu amigo, é que vou orar sempre por você e por sua vocação, para que muitos outros, possam ver Jesus em seu suor e possam, através disso, aceitar a Deus como um amigo, como um Pai, como o Deus de Amor.
Colecionando em minha mente, fotos desta amizade que não deixou uma foto sequer, desejo a todos e neste texto, especialmente de você meu amigo, que a Paz de Cristo inunde nossos corações e que sejamos suficientemente simples para aceitarmos esta inundação e firmes o suficiente para nunca abandonarmos esta Água Viva que é o Amor de Deus.
Aprendi também que nestes momentos, temos que fazer nossa fé e nossa obediência serem nossas armas para, mesmo contrariados, nos mantermos abaixo da vontade de Deus.
Lembro até hoje de um dia, que como todo adolecente nos dias em que é tocado pelo amor de Deus, estava louco para fazer algo para que outros também o fossem e fizemos (em mais alguns amigos), "uma proposta indecorosa". Calma, propusemos um show (MUITO caro) e levamos uma bronca por fazermos uma proposta dessas sem termos nada para oferecermos a estes jovens depois.
Muitas outras coisas vividas nesta paróquia estão em meu coração e vou carregá-las comigo pelos meus caminhos.
Muitas vezes achei exageradas algumas coisas, tantas outras, consegui entender a lição por tras do que considerei a princípio um exagero. Mas o que posso dizer com certeza é que acima de tudo, hoje, graças a deus e a estas lições, posso ver que sou alguém um pouco melhor do que seria sem elas.
É também muito bom saber que Deus está guiando meus passos pelo seu caminho e fazendo cada vez mais a sua obra em minha vida através do perdão e da misericórdia que vem do sangüe de seu filho.
Ao final destas poucas linhas, o que gostaria de dizer a este meu amigo, é que vou orar sempre por você e por sua vocação, para que muitos outros, possam ver Jesus em seu suor e possam, através disso, aceitar a Deus como um amigo, como um Pai, como o Deus de Amor.
Colecionando em minha mente, fotos desta amizade que não deixou uma foto sequer, desejo a todos e neste texto, especialmente de você meu amigo, que a Paz de Cristo inunde nossos corações e que sejamos suficientemente simples para aceitarmos esta inundação e firmes o suficiente para nunca abandonarmos esta Água Viva que é o Amor de Deus.
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05 junho 2010
Verdadeiras Testemunhas de Cristo
A Paz de Cristo a todos meus irmãos!
Fico as vezes pensando em algumas coisas que Jesus falou na época aos farizeus e por vezes penso que, Cristo já imaginava, que nos dias de hoje, os seus fiéis precisariam ouvir as mesmas palavras que os fariseus ouviram.
Da mesma forma como naquele tempo, o povo está sedento por libertação e por testemunhos de pessoas que não só professem sua fé mas também provem com a vida que tal fé não está só baseada em palavras, mas também está fundamentada em sua própria vida.
Tantas são as formas de ataque contra a Igreja de Cristo nos dia de hoje, mas todas elas, clamam por um testemunho de vida dos cristãos.
Assim como Jesus disse aos Farizeus, é preciso deixarmos a hipocrisia de lado e darmos um testemunho de autentico.
É preciso entender, que é infinitamente mais difícil, reconquistar a confiança perdida do que conquistar a confiança pela primeira vez. Quantas pessoas se dizem ex-católicos porque encontraram um falso testemunho dentro da Igreja Católica. Padres, Líderes de Movimentos e Pastorais, aquele amigo que falou sobre fé pela primeira vez, um pregador ou simplesmente um cristão que prega uma coisa e com sua vida dá um contra testemunho.
O mais importante e o que deve ser tomado por nós cristãos como lição é a palavra que sai da boca de todos que se decepcionam de alguma forma com nós os cristãos e por consequencia coma Igreja de Cristo.
É isso que fazem os que se dizem cristãos?
Se eles que acreditam em Deus fazem isso, eu então...
Já não exite ninguém que mereça o nome de cristão
Ter ou não fé em Deus hoje não quer dizer nada. A fé já não conduz a uma vida decente.
Estas interjeições, bem como outras, demonstram na verdade uma necessidade, um apelo aos cristãos.
Mostrem-nos que é possível viver como Jesus.
Mostrem-nos que Jesus é realmente o modelo de Deus para nossas vidas.
E ainda mais do que isso.
Sejam para nós o modelo de como seguir a Cristo.
Que Deus nos abençoe e nos ajude a sermos verdadeiros modelos do seu amor, testemunhando com nossas vidas o amor dele por nós.
Fico as vezes pensando em algumas coisas que Jesus falou na época aos farizeus e por vezes penso que, Cristo já imaginava, que nos dias de hoje, os seus fiéis precisariam ouvir as mesmas palavras que os fariseus ouviram.
Da mesma forma como naquele tempo, o povo está sedento por libertação e por testemunhos de pessoas que não só professem sua fé mas também provem com a vida que tal fé não está só baseada em palavras, mas também está fundamentada em sua própria vida.
Tantas são as formas de ataque contra a Igreja de Cristo nos dia de hoje, mas todas elas, clamam por um testemunho de vida dos cristãos.
Assim como Jesus disse aos Farizeus, é preciso deixarmos a hipocrisia de lado e darmos um testemunho de autentico.
É preciso entender, que é infinitamente mais difícil, reconquistar a confiança perdida do que conquistar a confiança pela primeira vez. Quantas pessoas se dizem ex-católicos porque encontraram um falso testemunho dentro da Igreja Católica. Padres, Líderes de Movimentos e Pastorais, aquele amigo que falou sobre fé pela primeira vez, um pregador ou simplesmente um cristão que prega uma coisa e com sua vida dá um contra testemunho.
O mais importante e o que deve ser tomado por nós cristãos como lição é a palavra que sai da boca de todos que se decepcionam de alguma forma com nós os cristãos e por consequencia coma Igreja de Cristo.
É isso que fazem os que se dizem cristãos?
Se eles que acreditam em Deus fazem isso, eu então...
Já não exite ninguém que mereça o nome de cristão
Ter ou não fé em Deus hoje não quer dizer nada. A fé já não conduz a uma vida decente.
Estas interjeições, bem como outras, demonstram na verdade uma necessidade, um apelo aos cristãos.
Mostrem-nos que é possível viver como Jesus.
Mostrem-nos que Jesus é realmente o modelo de Deus para nossas vidas.
E ainda mais do que isso.
Sejam para nós o modelo de como seguir a Cristo.
Que Deus nos abençoe e nos ajude a sermos verdadeiros modelos do seu amor, testemunhando com nossas vidas o amor dele por nós.
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A volta dos que não foram.
Boa noite amigos.
Desculpem a demora para postar, mas estava sem computador e graças a bondade de um amigo estou de novo na rede.
Deus continua falando mesmo nos momento de silêncio.
A Paz de Cristo a todos.
Desculpem a demora para postar, mas estava sem computador e graças a bondade de um amigo estou de novo na rede.
Deus continua falando mesmo nos momento de silêncio.
A Paz de Cristo a todos.
14 abril 2010
A sede
Minha pobre e triste alma
Anseia pela tua luz
Rompendo em gemidos de dor
Aqui onde ninguém me conduz
Neste tão vasto e deserto
Aqui onde o frio é açoite
Tenho medo de não acordar
Aqui onde o sol é uma foice
Hoje ainda espero por você
Se ao menos restasse ainda
Em mim a força de quem crê
Não certa continuaria
Hoje mais que qualquer outro dia
Olhando a cruz na qual jazia
Rei dos céus e Rei do meu viver
Justamente esta força que um dia
Estava a desaparecer
Suscitou em mim a fé perdida
Um caminho para nova vida
Santo Deus veio me oferecer
Anseia pela tua luz
Rompendo em gemidos de dor
Aqui onde ninguém me conduz
Neste tão vasto e deserto
Aqui onde o frio é açoite
Tenho medo de não acordar
Aqui onde o sol é uma foice
Hoje ainda espero por você
Se ao menos restasse ainda
Em mim a força de quem crê
Não certa continuaria
Hoje mais que qualquer outro dia
Olhando a cruz na qual jazia
Rei dos céus e Rei do meu viver
Justamente esta força que um dia
Estava a desaparecer
Suscitou em mim a fé perdida
Um caminho para nova vida
Santo Deus veio me oferecer
Farol
Fé, forma filhos fortes
Fabrica fortalezas com os fracos
e fomenta fraternidade das farpas
é fundamento da fidelidade
que nos faz filhos de Deus
É fácil fazer-se falso
e de falsidade fiar seu viver
Mas sob um flash da Luz da Verdade
Ao invés de fazenda, fina e formosa
Refugos é tudo que se pode ver
Fraco e infeliz, quem seus planos faz
de usar a fé para algo falso e fugaz
Pois cria a seu lado fera voraz
famintas serpentes, servas de satanás
Feliz no entanto o frágil fiel
que faz de sua fé fortaleza e fulgor
Pois o Filho do Homem, fraterno Senhor
faz de suas fraquezas, farol de amor
Fico então fascinado com tão firme lição
que fornece as bases para a compreensão
Para os fracos e frágeis, farol meu Deus se faz
para os falsos no entanto, mar bravio trará paz
Fabrica fortalezas com os fracos
e fomenta fraternidade das farpas
é fundamento da fidelidade
que nos faz filhos de Deus
É fácil fazer-se falso
e de falsidade fiar seu viver
Mas sob um flash da Luz da Verdade
Ao invés de fazenda, fina e formosa
Refugos é tudo que se pode ver
Fraco e infeliz, quem seus planos faz
de usar a fé para algo falso e fugaz
Pois cria a seu lado fera voraz
famintas serpentes, servas de satanás
Feliz no entanto o frágil fiel
que faz de sua fé fortaleza e fulgor
Pois o Filho do Homem, fraterno Senhor
faz de suas fraquezas, farol de amor
Fico então fascinado com tão firme lição
que fornece as bases para a compreensão
Para os fracos e frágeis, farol meu Deus se faz
para os falsos no entanto, mar bravio trará paz
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13 abril 2010
Alfa e Omega
Amado Senhor eu me entrego
Bondoso Rei do meu viver
Consolo para minha alma
Direção para todo o meu ser
Eterno é seu Amor
Fiel e cheio de Compaixão
Grandiosos são Seus Milagres
Hospitaleiro seu coração
Imenso é o seu Poder
Justo seu proceder
Longanimidade e Misericórdia
mostram seu jeito de ser
Notáveis são todos os Seus feitos
Onipresente em Poder e Saber
Pai, Primogênito e Paráclito
Quaresma que me ensina a viver
Resposta pra todo o que busca
Sustento daquele que crê
Trindade Santa e Divina
Unidade que ensina a viver
Vitória da cruz que é loucura
xinga-a quem não quer compreender
zombam do ato que um dia
unido à Eucaristia
Salvou a mim e a você
Bondoso Rei do meu viver
Consolo para minha alma
Direção para todo o meu ser
Eterno é seu Amor
Fiel e cheio de Compaixão
Grandiosos são Seus Milagres
Hospitaleiro seu coração
Imenso é o seu Poder
Justo seu proceder
Longanimidade e Misericórdia
mostram seu jeito de ser
Notáveis são todos os Seus feitos
Onipresente em Poder e Saber
Pai, Primogênito e Paráclito
Quaresma que me ensina a viver
Resposta pra todo o que busca
Sustento daquele que crê
Trindade Santa e Divina
Unidade que ensina a viver
Vitória da cruz que é loucura
xinga-a quem não quer compreender
zombam do ato que um dia
unido à Eucaristia
Salvou a mim e a você
O medo e o Mar
Medo, maltratas meus momentos
mascaras, minhas memórias
manchas meus monumentos
Muitos morreram miseráveis
Morreram marcados, maculados
Máculas que marcam meus sonhos
Mágoas que alimentam meus medos
Medos que matam minha alma
Mas, misericórdia mostra meu Mestre
Misericórdia, que é meio maravilhoso, para mudar
Mudar meu modos de mostra-me ao mundo
Mudar meus modos de o mundo mirar
Mudei minha mente
meu modo de meditar
Medito sobre a misericórdia
que mergulhou meu medo em seu mar
Medito sobre a misericórdia
Que achou por bem me amar
Medito sobre a Misericórdia
que veio me libertar
Medo morreu com a mentira
Verdade tomou seu lugar.
mascaras, minhas memórias
manchas meus monumentos
Muitos morreram miseráveis
Morreram marcados, maculados
Máculas que marcam meus sonhos
Mágoas que alimentam meus medos
Medos que matam minha alma
Mas, misericórdia mostra meu Mestre
Misericórdia, que é meio maravilhoso, para mudar
Mudar meu modos de mostra-me ao mundo
Mudar meus modos de o mundo mirar
Mudei minha mente
meu modo de meditar
Medito sobre a misericórdia
que mergulhou meu medo em seu mar
Medito sobre a misericórdia
Que achou por bem me amar
Medito sobre a Misericórdia
que veio me libertar
Medo morreu com a mentira
Verdade tomou seu lugar.
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Maria Mulher Eucarística
Ó Maria, Mãe da unidade,
Teu Filho amado, o Unigênito do Pai, veio ao nosso encontro.
Sua presença salvadora livra-nos do mal da divisão.
Ele é motivo de tua alegria, ó Mãe, e a alegria da Igreja!
Agradecidos, cantamos contigo:
"O Senhor olhou para a humilhação de sua serva".
Mulher eucarística,
Olhamos para Jesus Eucarístico e somos atraídos pela verdade.
Recebemos Jesus Eucarístico e somos confirmados no bem.
Por amor, esquecemos-nos de nós mesmos, e cresce a comunhão!
Reconciliados, cantamos contigo:
"O Senhor fez em mim maravilhas!"
Santa Maria, Mãe de Deus, Mãe da Igreja e da humanidade,
Roga a Jesus, que em nós se realize a plenitude do seu dom.
A unidade que ele nos trouxe recomponha nossos caminhos.
Seu Espírito de vida nos impulsione à missão,
para o bem dos irmãos e para a glória de Deus,
Pai e Filho e Espírito Santo, Deus Uno. Amém!
(Texto-Base do XVI Congresso Eucarístico Nacional)
Teu Filho amado, o Unigênito do Pai, veio ao nosso encontro.
Sua presença salvadora livra-nos do mal da divisão.
Ele é motivo de tua alegria, ó Mãe, e a alegria da Igreja!
Agradecidos, cantamos contigo:
"O Senhor olhou para a humilhação de sua serva".
Mulher eucarística,
Olhamos para Jesus Eucarístico e somos atraídos pela verdade.
Recebemos Jesus Eucarístico e somos confirmados no bem.
Por amor, esquecemos-nos de nós mesmos, e cresce a comunhão!
Reconciliados, cantamos contigo:
"O Senhor fez em mim maravilhas!"
Santa Maria, Mãe de Deus, Mãe da Igreja e da humanidade,
Roga a Jesus, que em nós se realize a plenitude do seu dom.
A unidade que ele nos trouxe recomponha nossos caminhos.
Seu Espírito de vida nos impulsione à missão,
para o bem dos irmãos e para a glória de Deus,
Pai e Filho e Espírito Santo, Deus Uno. Amém!
(Texto-Base do XVI Congresso Eucarístico Nacional)
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XVI Congresso Eucarístico Nacional
Emaús
Lendo o Texto-base do XVI Congresso Eucarístico Nacional, encontrei no capítulo III um trecho falando sobre os discípulos de Emaús e uma coisa me chamou atenção.
Nem sei se esta percepção que tive está teologicamente correta, mas foi a lição que tirei desta vez que lí tal passagem.
Tentado me colocar no lugar daqueles dois fiquei imaginando o quanto estavam eles desiludidos. Homens que sempre tinham visto Deus libertá-los dos opressores, pensavam que era Jesus quem os libertaria dos romanos, mas não conseguiam perceber, que ele os tinha libertado de um opressor muito maior. A morte.
No entanto, o que me chamou a atenção foi a atitude daqueles homens. Eles nem sequer imaginavam que aquele homem que caminhava com eles era o mesmo Jesus que esteve com eles tanto tempo, mas mesmo assim, o convidaram a ficar em casa com eles.
Quantos homens na história da salvação não acolheram santos, santas e anjos em suas casas mesmo sem imaginar que recebiam um mensageiro de Deus em suas casas.
E quantas vezes também nós cristãos não deixamos de acolher anjos em nossas casas para trabalhar, estudar ou até mesmo para irmos à missa. Mas o que me chamou mesmo a atenção e que mesmo sem perceberem que aquele homem era Jesus, eles o chamaram para que ele passasse a noite com eles e esta atitude fez com que eles reconhecessem a Jesus quando este em suas casas repartiu o pão.
Isso me leva a pensar também o quanto os corações desses homens já havia sido transformado por Jesus. Penso assim, pois, geralmente, nos momento de decepção não conseguimos ver nada além de nós mesmos, e este convite mostra que seus corações, embora tristes, estavam já em processo de transformação pelas palavras e pelo amor de Jesus.
Espero algum dia ter um coração tão transformado como o desses discípulos e saber mesmo nos momentos mais difíceis e decepcionantes da vida acolher a Deus na figura do irmão, como ele mesmo disse:
-Toda vez que o fizestes a um destes meus pequeninos, foi a mim que o fizestes (Mt. 35,40)
Nem sei se esta percepção que tive está teologicamente correta, mas foi a lição que tirei desta vez que lí tal passagem.
Tentado me colocar no lugar daqueles dois fiquei imaginando o quanto estavam eles desiludidos. Homens que sempre tinham visto Deus libertá-los dos opressores, pensavam que era Jesus quem os libertaria dos romanos, mas não conseguiam perceber, que ele os tinha libertado de um opressor muito maior. A morte.
No entanto, o que me chamou a atenção foi a atitude daqueles homens. Eles nem sequer imaginavam que aquele homem que caminhava com eles era o mesmo Jesus que esteve com eles tanto tempo, mas mesmo assim, o convidaram a ficar em casa com eles.
Quantos homens na história da salvação não acolheram santos, santas e anjos em suas casas mesmo sem imaginar que recebiam um mensageiro de Deus em suas casas.
E quantas vezes também nós cristãos não deixamos de acolher anjos em nossas casas para trabalhar, estudar ou até mesmo para irmos à missa. Mas o que me chamou mesmo a atenção e que mesmo sem perceberem que aquele homem era Jesus, eles o chamaram para que ele passasse a noite com eles e esta atitude fez com que eles reconhecessem a Jesus quando este em suas casas repartiu o pão.
Isso me leva a pensar também o quanto os corações desses homens já havia sido transformado por Jesus. Penso assim, pois, geralmente, nos momento de decepção não conseguimos ver nada além de nós mesmos, e este convite mostra que seus corações, embora tristes, estavam já em processo de transformação pelas palavras e pelo amor de Jesus.
Espero algum dia ter um coração tão transformado como o desses discípulos e saber mesmo nos momentos mais difíceis e decepcionantes da vida acolher a Deus na figura do irmão, como ele mesmo disse:
-Toda vez que o fizestes a um destes meus pequeninos, foi a mim que o fizestes (Mt. 35,40)
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XVI Congresso Eucarístico Nacional
Sabedoria
A Paz de Cristo a todos.
Hoje gostaria de falar sobre um tema que acho bastante difícil e até mesmo controverso muitas vezes.
Sabedoria
Nos dias de hoje é muito difícil saber o que é sabedoria. Creio que nisso, os antigos tinham mais propriedade e conhecimento ao falar.
Hoje tudo é tão relativo e sujeito à interpretação de cada um, que a sabedoria perdeu grande parte de seu lugar. Confiamos à instituições externas à família (escola, trabalho, mundo, internet, livros etc), uma responsabilidade que é, sempre foi e no meu modo de ver sempre será.
Somos levados a acreditar que, porque nossos filhos freqüentam as "melhores escolas" (ou pelo menos as mais caras), eles serão pessoas melhores, cremos que por termos os melhores empregos ou salários, somos mais abençoados do que outros que por algum motivo, neste momento não o têm (ou talvez nunca venham a ter), lutamos como loucos para sermos reconhecidos como os melhores e cada crítica pesa mais do que um caminhão de pedras.
E neste nosso afã de sermos os melhores, estudamos como loucos, publicamos livros, doutrinamos, brigamos, julgamos, nos tornamos os "melhores" e quando chegamos em nossas casas, felizes e satisfeitos por mais um dia de vitória... não temos nada. Choramos escondidos as dores de uma criança que não cresceu. Que levou a vida aprendendo tudo, se tornando melhor e mais preparado para o que chamamos "selva de pedras", mas não crescemos. Não temos paz, não sabemos perdoar nem pedir perdão, não damos valor ao que realmente merece valor e atenção.
Acho engraçado e muitas vezes até constrangedor, como um "cabra matuto" (com sua enxada na mão e com o corpo surrado por uma vida na roça, muitas vezes colhendo um tanto que nem é suficiente para comer, ou o que é ainda pior, insuficiente para dar de comer a seus filhos), tem uma sabedoria, um conhecimento de vida, um discernimento e uma paz que todos os nossos anos de estudo não foram capazes de trazer.
Nestas horas lembro do que meu pai sempre me disse:
-Conhecimento e sabedoria se completam, mas não se confundem.
Aí fico pensando, será verdade que a ignorância é a chave para a felicidade?
Creio que não.
Estas pessoas são felizes mesmo não sendo em nada ignorantes.
Podem até desconhecer (e quase sempre desconhecem) as coisas que os letrados tomam como sabedoria, mas conhecem coisas que quase nenhum letrado conheceu, ou se conheceu, esqueceu ao longo do caminho de honras, de glórias e de reconhecimento.
Uma coisa que estas pessoas conhecem bem, pelo menos em sua maioria, é a honra e a gratidão.
Se perguntarmos a uma destas pessoas, se não seria melhor, por exemplo, deixar seus pais em um asilo, provavelmente levaríamos duas surras. Uma física, devido à indignação gerada pela pergunta, outra, uma surra bem pior, uma surra moral, onde veríamos a gratidão destas pessoas por tudo o que seus pais lhe fizeram. Coisas simples como dar a vida, passar fome para que eles comessem (ainda que pouco), ensinar-lhes o sentido real da vida, abraçá-los em uma noite de frio (porque esta era a unica coberta que tinham), entre muitas outras coisas.
Agora eu penso: E se perguntassem isso para nós? Honestamente, qual seria a nossa resposta? E a nossa atitude? Seria igual a nossa resposta?
Pensando nestas coisas eu me pergunto. Se para nossos avós isso seria uma coisa inconcebível, como veio ocorrer, que para nós, isso tenha se tornado algo tão comum e o pior, nos pareça certo?
Porque a idéia de "se não produz mais, também não serve pra mais nada" está tão enraizada em nossos corações?
Será que tudo o que anos de estudos, de provas, de vitórias, de honras, de realizações e de conquistas nos arrancaram o entendimento do sentido da vida e nos fez vermos um ao outro somente como números?
Somos uma sociedade tão consumismo, que permitimos a morte, ou até a incentivamos e promovemos, simplesmente porque alguém já não produz mais ou porque jamais poderá produzir (como no caso de abortos de crianças que se descobre que serão especiais)?
O mais difícil de acreditar é como cada vez mais, nós, os cristãos estamos sendo favoráveis a estas coisas.
A vida não é mais o dom mais precioso que temos. Hoje, temos substituído-a por diversas outras coisas muito menores, como o dinheiro, a fama, o sucesso, o orgulho, o ter, o poder, a novela, o show, o teatro, o trabalho, a liberdade, uma balada, os estudos, a opinião dos outros, a necessidade de sermos aceitos, o medo, armamentos, a tecnologia, o lucro extremo (mesmo que custe a vida de todos ao nosso redor), etc, etc, etc...
Temos colocado tanta coisa como mais importante que a vida, que não é mesmo de se estranhar que um mundo cada vez mais rico, mais alfabetizado, mais tecnológico, seja também um mundo cada vez mais violento, mais homicida, mais individualista e mais longe de Deus e conseqüentemente da Paz e da Felicidade.
O mais decepcionante na verdade, é ver que mesmo ouvindo e presenciando tantas vezes estas cenas de desprezo pela vida, não somos capazes de mudar nosso comportamento e cada vez mais achamos que tudo isso é normal e que só o nosso prazer é capaz de balizar o que é certo e errado.
Então me digam, o que vocês acham? Estamos nos tornando realmente um povo mais sábio ou simplesmente nos enganando e dando desculpas para as nossas involuções, que não convencem nem a nós mesmos?
A Paz a todos e que Deus abençoe nossa semana e nossos passos.
Hoje gostaria de falar sobre um tema que acho bastante difícil e até mesmo controverso muitas vezes.
Sabedoria
Nos dias de hoje é muito difícil saber o que é sabedoria. Creio que nisso, os antigos tinham mais propriedade e conhecimento ao falar.
Hoje tudo é tão relativo e sujeito à interpretação de cada um, que a sabedoria perdeu grande parte de seu lugar. Confiamos à instituições externas à família (escola, trabalho, mundo, internet, livros etc), uma responsabilidade que é, sempre foi e no meu modo de ver sempre será.
Somos levados a acreditar que, porque nossos filhos freqüentam as "melhores escolas" (ou pelo menos as mais caras), eles serão pessoas melhores, cremos que por termos os melhores empregos ou salários, somos mais abençoados do que outros que por algum motivo, neste momento não o têm (ou talvez nunca venham a ter), lutamos como loucos para sermos reconhecidos como os melhores e cada crítica pesa mais do que um caminhão de pedras.
E neste nosso afã de sermos os melhores, estudamos como loucos, publicamos livros, doutrinamos, brigamos, julgamos, nos tornamos os "melhores" e quando chegamos em nossas casas, felizes e satisfeitos por mais um dia de vitória... não temos nada. Choramos escondidos as dores de uma criança que não cresceu. Que levou a vida aprendendo tudo, se tornando melhor e mais preparado para o que chamamos "selva de pedras", mas não crescemos. Não temos paz, não sabemos perdoar nem pedir perdão, não damos valor ao que realmente merece valor e atenção.
Acho engraçado e muitas vezes até constrangedor, como um "cabra matuto" (com sua enxada na mão e com o corpo surrado por uma vida na roça, muitas vezes colhendo um tanto que nem é suficiente para comer, ou o que é ainda pior, insuficiente para dar de comer a seus filhos), tem uma sabedoria, um conhecimento de vida, um discernimento e uma paz que todos os nossos anos de estudo não foram capazes de trazer.
Nestas horas lembro do que meu pai sempre me disse:
-Conhecimento e sabedoria se completam, mas não se confundem.
Aí fico pensando, será verdade que a ignorância é a chave para a felicidade?
Creio que não.
Estas pessoas são felizes mesmo não sendo em nada ignorantes.
Podem até desconhecer (e quase sempre desconhecem) as coisas que os letrados tomam como sabedoria, mas conhecem coisas que quase nenhum letrado conheceu, ou se conheceu, esqueceu ao longo do caminho de honras, de glórias e de reconhecimento.
Uma coisa que estas pessoas conhecem bem, pelo menos em sua maioria, é a honra e a gratidão.
Se perguntarmos a uma destas pessoas, se não seria melhor, por exemplo, deixar seus pais em um asilo, provavelmente levaríamos duas surras. Uma física, devido à indignação gerada pela pergunta, outra, uma surra bem pior, uma surra moral, onde veríamos a gratidão destas pessoas por tudo o que seus pais lhe fizeram. Coisas simples como dar a vida, passar fome para que eles comessem (ainda que pouco), ensinar-lhes o sentido real da vida, abraçá-los em uma noite de frio (porque esta era a unica coberta que tinham), entre muitas outras coisas.
Agora eu penso: E se perguntassem isso para nós? Honestamente, qual seria a nossa resposta? E a nossa atitude? Seria igual a nossa resposta?
Pensando nestas coisas eu me pergunto. Se para nossos avós isso seria uma coisa inconcebível, como veio ocorrer, que para nós, isso tenha se tornado algo tão comum e o pior, nos pareça certo?
Porque a idéia de "se não produz mais, também não serve pra mais nada" está tão enraizada em nossos corações?
Será que tudo o que anos de estudos, de provas, de vitórias, de honras, de realizações e de conquistas nos arrancaram o entendimento do sentido da vida e nos fez vermos um ao outro somente como números?
Somos uma sociedade tão consumismo, que permitimos a morte, ou até a incentivamos e promovemos, simplesmente porque alguém já não produz mais ou porque jamais poderá produzir (como no caso de abortos de crianças que se descobre que serão especiais)?
O mais difícil de acreditar é como cada vez mais, nós, os cristãos estamos sendo favoráveis a estas coisas.
A vida não é mais o dom mais precioso que temos. Hoje, temos substituído-a por diversas outras coisas muito menores, como o dinheiro, a fama, o sucesso, o orgulho, o ter, o poder, a novela, o show, o teatro, o trabalho, a liberdade, uma balada, os estudos, a opinião dos outros, a necessidade de sermos aceitos, o medo, armamentos, a tecnologia, o lucro extremo (mesmo que custe a vida de todos ao nosso redor), etc, etc, etc...
Temos colocado tanta coisa como mais importante que a vida, que não é mesmo de se estranhar que um mundo cada vez mais rico, mais alfabetizado, mais tecnológico, seja também um mundo cada vez mais violento, mais homicida, mais individualista e mais longe de Deus e conseqüentemente da Paz e da Felicidade.
O mais decepcionante na verdade, é ver que mesmo ouvindo e presenciando tantas vezes estas cenas de desprezo pela vida, não somos capazes de mudar nosso comportamento e cada vez mais achamos que tudo isso é normal e que só o nosso prazer é capaz de balizar o que é certo e errado.
Então me digam, o que vocês acham? Estamos nos tornando realmente um povo mais sábio ou simplesmente nos enganando e dando desculpas para as nossas involuções, que não convencem nem a nós mesmos?
A Paz a todos e que Deus abençoe nossa semana e nossos passos.
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20 março 2010
Confiar
Esta semana relembrei uma das mais belas lições que aprendi na minha vida.
Confiar tudo à Deus.
É engraçado pensar assim, mas quando saí da minha cidade natal para seguir viagem para outra cidade em busca de trabalho, minha mãe estava doente e eu tinha a esperança de conseguir minimizar suas preocupações vindo pra cá e também conseguir ajudar nos tratamentos dela. E isso graças a Deus realmente aconteceu e hoje pra glória de Deus ela está muito bem (as vezes eu penso que tem até mais saúde do que eu que em vista dela ainda sou moleque), mas não foi nada fácil deixar meus pais em uma outra cidade e partir em busca de um novo lugar, uma nova terra, um novo sonho.
Fiquei pensando na angústia que deve ter sentido Abraão ao sair de sua terra e seguir somente o que Deus lhe pedia para fazer e de certa forma me senti como se também Deus me pedisse um dom muito precioso, pois naquele momento, por muitas vezes tive medo de atender o telefone e receber a noticia de um agravamento no quadro de saúde de minha mãe ou até coisa pior. Mas da mesma forma como aconteceu com Abraão, Deus também não me tirou aquilo que tinha de precioso, que era a vida de minha mãe e ainda me deu outro dom precioso, aquela que hoje é minha noiva.
Agora podem perguntar porque teria eu me lembrado disso justamente nesta semana. Pois bem, nesta semana uma pessoa muito importante e especial na minha vida também me deu um sustinho (que graças a Deus já está passando), mas quando tudo se acalmou e a poeira abaixou, foi o dia do jejum comunitário que faço em comunhão com alguns irmãos e fiquei refletindo como somos frágeis. E não estou dizendo das pessoas que estão doentes, mas sim daqueles que tentam de todas as formas salvar estas vidas. Pais, mães, esposos, esposas, amigos, irmãos, desconhecidos, todos aflitos para resolver um problema sobre o qual não temos nenhum poder. Um problema sobre o qual nosso único controle, é entregar nas mãos de quem sabe como resolver. Muitas vezes um médico, outras, somente Deus.
E então, vinha a minha cabeça sempre:
Como alguém (como eu e como tantos outros) que só se sente seguro tendo total controle do que está acontecendo para poder decidir pelo que considera melhor, pode se sentir seguro numa situação como essa?
E incrivelmente a resposta, como sempre, se apresentou na forma mais simples, mais singela e por isso mesmo mais sábia e desafiadora de todas.
Confiar.
Assim como uma criança que está aprendendo a andar confia em seu pai, que lhe chama para perto de si. E vai.
Assim como Abraão fez ao sair de sua terra e foi ao encontro daquele Deus que resolvera falar com ele em meio àquele povo. E foi.
Assim como Maria que viu todos os seus planos serem mudados pelo anjo de Deus em poucos minutos. E aceitou.
Assim como tantos outros que durante a história da salvação tiveram suas vidas tocadas por Deus e simplesmente
Confiaram.
Ainda tenho que aprender muitas vezes esta lição, mas sei que Deus é paciente e vai continuar me ensinando. Acredito que entre outros motivos, por isso me trouxe para cá. Para me ensinar a confiar.
Obrigado por tudo Senhor.
Confiar tudo à Deus.
É engraçado pensar assim, mas quando saí da minha cidade natal para seguir viagem para outra cidade em busca de trabalho, minha mãe estava doente e eu tinha a esperança de conseguir minimizar suas preocupações vindo pra cá e também conseguir ajudar nos tratamentos dela. E isso graças a Deus realmente aconteceu e hoje pra glória de Deus ela está muito bem (as vezes eu penso que tem até mais saúde do que eu que em vista dela ainda sou moleque), mas não foi nada fácil deixar meus pais em uma outra cidade e partir em busca de um novo lugar, uma nova terra, um novo sonho.
Fiquei pensando na angústia que deve ter sentido Abraão ao sair de sua terra e seguir somente o que Deus lhe pedia para fazer e de certa forma me senti como se também Deus me pedisse um dom muito precioso, pois naquele momento, por muitas vezes tive medo de atender o telefone e receber a noticia de um agravamento no quadro de saúde de minha mãe ou até coisa pior. Mas da mesma forma como aconteceu com Abraão, Deus também não me tirou aquilo que tinha de precioso, que era a vida de minha mãe e ainda me deu outro dom precioso, aquela que hoje é minha noiva.
Agora podem perguntar porque teria eu me lembrado disso justamente nesta semana. Pois bem, nesta semana uma pessoa muito importante e especial na minha vida também me deu um sustinho (que graças a Deus já está passando), mas quando tudo se acalmou e a poeira abaixou, foi o dia do jejum comunitário que faço em comunhão com alguns irmãos e fiquei refletindo como somos frágeis. E não estou dizendo das pessoas que estão doentes, mas sim daqueles que tentam de todas as formas salvar estas vidas. Pais, mães, esposos, esposas, amigos, irmãos, desconhecidos, todos aflitos para resolver um problema sobre o qual não temos nenhum poder. Um problema sobre o qual nosso único controle, é entregar nas mãos de quem sabe como resolver. Muitas vezes um médico, outras, somente Deus.
E então, vinha a minha cabeça sempre:
Como alguém (como eu e como tantos outros) que só se sente seguro tendo total controle do que está acontecendo para poder decidir pelo que considera melhor, pode se sentir seguro numa situação como essa?
E incrivelmente a resposta, como sempre, se apresentou na forma mais simples, mais singela e por isso mesmo mais sábia e desafiadora de todas.
Confiar.
Assim como uma criança que está aprendendo a andar confia em seu pai, que lhe chama para perto de si. E vai.
Assim como Abraão fez ao sair de sua terra e foi ao encontro daquele Deus que resolvera falar com ele em meio àquele povo. E foi.
Assim como Maria que viu todos os seus planos serem mudados pelo anjo de Deus em poucos minutos. E aceitou.
Assim como tantos outros que durante a história da salvação tiveram suas vidas tocadas por Deus e simplesmente
Confiaram.
Ainda tenho que aprender muitas vezes esta lição, mas sei que Deus é paciente e vai continuar me ensinando. Acredito que entre outros motivos, por isso me trouxe para cá. Para me ensinar a confiar.
Obrigado por tudo Senhor.
Meu Herói
Oi amigos, tudo bem?
A Paz de Jesus!
Esta semana foi bastante corrida, por isso o blog ficou parado, mas foi uma semana de muito aprendizado também.
Uma coisa bastante interessante que aconteceu esta semana foi uma conversa com alguns amigos sobre heróis, ou melhor dizendo, como todos procuram um herói pra se espelhar. Super-homem, mulher maravilha, homem aranha, chapolin (sim, chapolin também é um herói), x-man, batman, entre tantos outros. E o mais engraçado é que sempre escolhemos para serem nossos heróis aqueles que mais se parecem com aquilo que gostaríamos de ser e também é claro, aquele que se dá melhor.
Mas será que já paramos para pensar o quanto isso é ruim para nossa convivência com as pessoas que estão ao nosso lado, nos amam de verdade, no entanto, não são tão perfeitas como os heróis das HQs e dos filmes que vemos no cinema ou na TV?
Geralmente temos modelos de perfeição que aplicamos a nós e aos outros e vamos cada vez mais, nos tornando infelizes, porque nem conseguimos nos enquadrar naqueles modelos de perfeição, nem encontramos ninguém que se enquadre também.
Quantas e quantas vezes alimentamos nossos sonhos e nossas ilusões com pessoas perfeitas e nos afastamos assim de quem nos ama de verdade, simplesmente porque não conseguem ser tão perfeitos quanto nós gostaríamos que fossem. E assim vamos acabando com relacionamentos que poderiam ser maravilhosos e enriquecedores, simplesmente porque alguém não se enquadra em nossos padrões.
Filhos que odeiam os pais porque estes não souberam expressar o seu imenso amor da forma como os filhos esperavam. Pais que não suportam mais os filhos, que em sua ânsia de serem felizes e independentes, não souberam ser para os pais tudo aquilo que os pais esperavam. Casamentos que terminam, porque ou o esposo ou a esposa já não são mais tão belos nem tão atraentes como a 20 anos atrás (acho que foi por isso que surgiu a piada de trocar uma de 40 por duas de 20). Amigos que deixam de ser amigos porque um ou outro tomou alguma atitude que não lhe agradou ou fez algo que jamais esperava que fizesse. E tantas outras situações que consumiriam um livro só pra serem elencadas.
E assim vamos almejando encontrar em nossas vidas uma princesa, ou no caso da meninas um príncipe encantado, ou um(a) super herói(na) e esquecemos que o verdadeiro herói do cristão é Jesus Cristo e esquecemos também, que este mesmo Jesus não venceu todo o mal com pulso de ferro e um lindo beijo de amor ao fim do filme. Não! Ele venceu o mal dando sua vida, sofrendo, sangrando, sendo humilhado, perdendo as feições humanas como disse Isaías em seu livro no capítulo 53, e sendo condenado a morte, da forma mais humilhante de todas para a sua época. Mas assim, morto pela mão dos homens, salvou os homens e lhes deu a possibilidade de alcançar a vida eterna. Este seria o exemplo ideal de herói que deveríamos seguir. Um herói que vence todo o mal ao preço de sua própria vida, mas que durante os seus dias na terra, andou com os pobres, os excluídos, as prostitutas os assassinos, os pecadores, porque "em tudo era como eles, menos em crime e pecado".
Peço que Deus me dê o discernimento de saber aceitar meu irmão como ele é e buscar viver como Cristo fez. Para isso, uma frase que ouvi uma vez em uma pregação do, então Pe. Jonas Abib, hoje monsenhor, que dizia que a forma mais bela de amar, não é amar da melhor forma que podemos, mas é amar como o outro precisa ser amado.
A paz de Cristo a todos e bom fim de quaresma.
Que a páscoa venha trazer às nossas almas, ressurreição e vida.
A Paz de Jesus!
Esta semana foi bastante corrida, por isso o blog ficou parado, mas foi uma semana de muito aprendizado também.
Uma coisa bastante interessante que aconteceu esta semana foi uma conversa com alguns amigos sobre heróis, ou melhor dizendo, como todos procuram um herói pra se espelhar. Super-homem, mulher maravilha, homem aranha, chapolin (sim, chapolin também é um herói), x-man, batman, entre tantos outros. E o mais engraçado é que sempre escolhemos para serem nossos heróis aqueles que mais se parecem com aquilo que gostaríamos de ser e também é claro, aquele que se dá melhor.
Mas será que já paramos para pensar o quanto isso é ruim para nossa convivência com as pessoas que estão ao nosso lado, nos amam de verdade, no entanto, não são tão perfeitas como os heróis das HQs e dos filmes que vemos no cinema ou na TV?
Geralmente temos modelos de perfeição que aplicamos a nós e aos outros e vamos cada vez mais, nos tornando infelizes, porque nem conseguimos nos enquadrar naqueles modelos de perfeição, nem encontramos ninguém que se enquadre também.
Quantas e quantas vezes alimentamos nossos sonhos e nossas ilusões com pessoas perfeitas e nos afastamos assim de quem nos ama de verdade, simplesmente porque não conseguem ser tão perfeitos quanto nós gostaríamos que fossem. E assim vamos acabando com relacionamentos que poderiam ser maravilhosos e enriquecedores, simplesmente porque alguém não se enquadra em nossos padrões.
Filhos que odeiam os pais porque estes não souberam expressar o seu imenso amor da forma como os filhos esperavam. Pais que não suportam mais os filhos, que em sua ânsia de serem felizes e independentes, não souberam ser para os pais tudo aquilo que os pais esperavam. Casamentos que terminam, porque ou o esposo ou a esposa já não são mais tão belos nem tão atraentes como a 20 anos atrás (acho que foi por isso que surgiu a piada de trocar uma de 40 por duas de 20). Amigos que deixam de ser amigos porque um ou outro tomou alguma atitude que não lhe agradou ou fez algo que jamais esperava que fizesse. E tantas outras situações que consumiriam um livro só pra serem elencadas.
E assim vamos almejando encontrar em nossas vidas uma princesa, ou no caso da meninas um príncipe encantado, ou um(a) super herói(na) e esquecemos que o verdadeiro herói do cristão é Jesus Cristo e esquecemos também, que este mesmo Jesus não venceu todo o mal com pulso de ferro e um lindo beijo de amor ao fim do filme. Não! Ele venceu o mal dando sua vida, sofrendo, sangrando, sendo humilhado, perdendo as feições humanas como disse Isaías em seu livro no capítulo 53, e sendo condenado a morte, da forma mais humilhante de todas para a sua época. Mas assim, morto pela mão dos homens, salvou os homens e lhes deu a possibilidade de alcançar a vida eterna. Este seria o exemplo ideal de herói que deveríamos seguir. Um herói que vence todo o mal ao preço de sua própria vida, mas que durante os seus dias na terra, andou com os pobres, os excluídos, as prostitutas os assassinos, os pecadores, porque "em tudo era como eles, menos em crime e pecado".
Peço que Deus me dê o discernimento de saber aceitar meu irmão como ele é e buscar viver como Cristo fez. Para isso, uma frase que ouvi uma vez em uma pregação do, então Pe. Jonas Abib, hoje monsenhor, que dizia que a forma mais bela de amar, não é amar da melhor forma que podemos, mas é amar como o outro precisa ser amado.
A paz de Cristo a todos e bom fim de quaresma.
Que a páscoa venha trazer às nossas almas, ressurreição e vida.
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