14 abril 2010

A sede

Minha pobre e triste alma
Anseia pela tua luz
Rompendo em gemidos de dor
Aqui onde ninguém me conduz
Neste tão vasto e deserto
Aqui onde o frio é açoite
Tenho medo de não acordar
Aqui onde o sol é uma foice
Hoje ainda espero por você

Se ao menos restasse ainda
Em mim a força de quem crê
Não certa continuaria
Hoje mais que qualquer outro dia
Olhando a cruz na qual jazia
Rei dos céus e Rei do meu viver

Justamente esta força que um dia
Estava a desaparecer
Suscitou em mim a fé perdida
Um caminho para nova vida
Santo Deus veio me oferecer

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