06 junho 2010

Sinto um enorme vazio
A invadir o meu ser
Covarde e velho espírito
Reluta até em viver
Inflama minh'alma de novo
Fico inquieto a pedir
Inicio e fim de outro dia
Correndo qual rio ou sangria
Impedem de ver a alegria
O meu coração a falhar

Porém sempre ouvi dizer
E hoje eu desejo crer
Rico e feliz é quem viu
Foi tocado e assim sentiu
Este amor peregrino
Imenso e tão pequenino
Teu Corpo e Teu Sangue Divino
O alimento que me fez viver


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